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21 de Novembro de 2013, 16:56 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.

Rogério Correia: Globo quer instituir governo tampão de Maia e prorrogar eleição de 2018, para aprofundar retirada de direitos

8 de Julho de 2017, 10:44, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda

Nesta sexta-feira (07/07), o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG) mandou por whatsapp a seguinte mensagem para quem está na sua lista:
Temer viajou sabendo que os ratos já migram para o navio de Maia.
Demorratos, tucanorratos e até ratos de seu partido.
Só Diretas mata este tipo de ratos!
Se alimentam da desgraça do povo brasileiro e no navio de Maia continuarão a roer com mais violência a aposentadoria dos pobres, os direitos dos trabalhadores , a soberania da PETROBRAS e a democracia!
Só a luta salva!
#ForaTemer
#ForaMaia
#NenhumDireitoMenos
Rogério Correia- deputado/PT
— Deputado, sobre os ratos algo mais a dizer? – perguntei-lhe. 
Claro que tinha. E fez estas graves denúncias:
— Nas últimas horas, conversei com vários deputados federais, com pessoas experientes que viveram o Golpe de 1964. Cheguei à conclusão de que os golpistas agora querem consolidar no Brasil  o golpe do golpe.
— A Globo, que fez campanha pela derrubada da presidenta Dilma e apoiou sempre o usurpador Michel Temer (PMDB-SP), resolveu mudar o disco. Toda essa campanha contra o Temer não é apenas para substituí-lo pelo Rodrigo Maia (DEM-RJ) e continuar as reformas antipopulares.
— A Globo  quer  aprofundar a retirada de direitos e a implantação do  projeto neoliberal de cunho imperialista norte-americano. Essa é a jogada da Rede Globo.
— Ora, todos sabem que se houver eleição este ano ou em 2018, o Lula ganha. E a Globo não quer o Lula.
— O que a Globo quer, agora, é instituir o governo tampão do Rodrigo  Maia e, posteriormente,  prorrogar as eleições de 2018 para 2020, fazendo que as para presidente, governadores, deputados federais e senadores coincidam com as de prefeitos e vereadores.
—  Oficialmente, o discurso é de que a unificação vai baratear o custo das eleições. É o primeiro argumento.
O segundo argumento  — que é o da própria Globo — é de que o Brasil não sobrevive sem as reformas trabalhista, da previdência, da Petrobras. São necessários mais dois anos de mandato tampão. E que “nós” —  leia-se Globo! — precisamos de mais dois anos de mandato para que essas “reformas” se consolidem.
—  Deputados federais golpistas estão muito satisfeitos, pois ganhariam dois anos de mandato assim como os senadores.
— É claro que a maioria dos deputados federais e senadores vai  aprovar isso. Afinal, ganhariam mais dois anos de mandato. E na baixa que estão, muitos deles dificilmente seriam reeleitos. Então, seria uma solução para eles também.
— Só não é solução para o povo, porque através desse golpe das elites todo o ônus  vai ficar em cima dos trabalhadores e da população mais pobre. As elites, para variar, não vão pagar um centavo da crise que elas próprias criam no interior do capitalismo.
—  Tanto que não se fala em criar imposto para grandes fortunas… Não se fala em acabar com a Lei Kandir, para que os estados possam cobrar  ICMS das empresas exportadoras que foram isentas de imposto pelo governo FHC…
— Nada de sacrifício para as elites. Não se fala em diminuir salário de deputados, juízes, nada! Tudo vai para as costas dos mais pobres. Esse é o meu temor.
— Deputado, certos parlamentares dirão que a prorrogação de mandatos é paranóia do senhor. O que diria para eles?
— Quem viver, verá. A Lava Jato está ficando para trás e o senador Aécio Neves, para acalmar o reino tucano, sendo protegido de novo.
A Globo vai fingir que toda a corrupção acabou e que a economia está recuperando, para ver se o Rodrigo Maia emplaca. Se der certo a estratégia, ela começará o manjado discurso da “trégua em nome da estabilidade”. E tome perda de direitos, de soberania e repressão em cima de quem ousar lutar. Lembre-se de que o STF e MP estão dominados. Golpe é golpe! Só a luta vai nos salvar de tanta destruição e armação patrocinadas pela Rede Globo.



Por Conceição Lemes no Viomundo
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Neogarantismo do STF cria saia justa para Moro no caso Lula

1 de Julho de 2017, 12:57, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda


A sexta-feira gorda do Supremo Tribunal Federal, que libertou o homem da mala Rodrigo Rocha Loures, flagrado com uma mala de R$ 500 mil, e devolveu o mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que negociou R$ 2 milhões em propinas, torna mais complicada a narrativa da direita brasileira, que aguarda, ansiosa, a condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sergio Moro; afinal, como justificar que Lula pode ser condenado por um apartamento que não lhe pertence, quando Aécio e Loures, com provas devastadoras contra si, são soltos?

Brasil247 – A última semana de junho terminou com duas decisões surpreendentes do Supremo Tribunal Federal e sem a sentença que vinha sendo aguardada ansiosamente pela direita brasileira. De um lado, o homem da mala Rodrigo Rocha Loures foi solto pelo ministro Edson Fachin e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve seu mandato devolvido pelo ministro Marco Aurélio Mello. De outro, o juiz Sergio Moro fechou a semana sem soltar a sentença sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do "triplex do Guarujá".

Embora os casos não sejam conexos, todos fazem parte da disputa política brasileira. Aécio, flagrado numa negociação de R$ 2 milhões em propinas, foi um dos principais responsáveis pela propagação do discurso de ódio no Brasil e vinha incentivando a condenação ou prisão de Lula. Loures, ex-assessor de Temer, foi filmado com o chamado "batom na cueca", quando corria com uma mala com R$ 500 mil em propinas pelas ruas de São Paulo.

Contra os dois, existem provas devastadoras, segundo aponta editorial da Folha de S. Paulo deste sábado. No entanto, contra o ex-presidente Lula há bem mais convicções do que provas. E as evidências só existem em delações – insuficientes para uma condenação, segundo demonstrou o TRF-4 recentemente no caso Vaccari – extraídas após muita pressão psicológica.

Portanto, por mais que Moro venha a condenar Lula, essa eventual sentença só servirá para reforçar ainda mais a imagem de que, no Brasil, existem pessoas acima da lei – como Aécio e Rocha Loures – e outras abaixo da lei, como Lula. Ou seja: uma condenação, em vez de destruir Lula, deverá fortalecê-lo ainda mais, ao evidenciar a seletividade da Justiça brasileira.

Leia também:
- Estranho: Fachin soltou Loures quando ele ia delatar
- Dallagnol avisa: Aécio pode matar a Lava Jato

E para não esquecer...
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Repressão policial marca dia de protestos em vários pontos do país

1 de Julho de 2017, 10:43, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda


Há relatos de uso de balas de borracha, spray de pimenta, gás lacrimogêneo e detenções de manifestantes ao longo do dia

A repressão policial foi destaque nesta sexta-feira (30), dia nacional de greves e paralisações contra a reforma trabalhista e da Previdência propostas pelo governo de Michel Temer (PMDB). Em várias cidades do país houve repressão, uso de balas de borracha, bombas de efeito moral, spray de pimenta e detenções.

À tarde, na Avenida Paulista, nove pessoas foram detidas e levadas para o 78º DP. Houve pancadaria. Pela manhã, quando o comitê contra as reformas da M´Boi Mirim fazia ato no Largo do Jardim Angela, zona sul da capital, um assistente social foi detido e levado para o 100º DP.

Em São José dos Campos (SP), mais de 20 ativistas que participaram da mobilização pela manhã foram detidos e levados para o 1º Distrito Policial. Pouco tempo depois, em um ato diante da Embraer, policiais agiram com truculência, usando gás de pimenta e cassetetes. Um ativista foi detido.

Em Fortaleza, policiais usaram balas de borracha e spray de pimenta. Dois militantes da União da Juventude Socialista (UJS) foram detidos. Há relato de que um jovem negro, com spray na mão enquanto pichava "Fora Temer", foi agredido, imobilizado e algemado, tendo spray de pimenta lançado em seu rosto. Quando outros manifestantes foram tentar libertá-lo das agressões, a polícia sacou armas para intimidá-los.

No Rio de Janeiro, logo pela manhã, ato na Linha Vermelha foi reprimido pela Polícia Militar. Um estudante ficou ferido e teve que sair carregado do local. Mesmo deixando o bloqueio e seguindo em direção à universidade, a polícia continuou atirando com balas de borracha.

A gerência de operações da empresa Barcas S.A., do Grupo CCR, que presta o serviço de travessia entre o Rio e Niterói, reforçou a segurança privada e contou com a presença de policiais com escudos, cassetetes e armaduras. Segundo a União Nacional dos Estudantes (UNE), a integração entre empresas privadas e forças de segurança para repressão dos trabalhadores tem aumentado com a escalada da luta política desde o ano passado.

Santa Catarina foi palco de forte repressão. Na BR 101, perto do acesso para Navegantes, foram presos dois militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A polícia usou balas de borracha e bombas de efeito moral. Em Porto Velho (RO), um dirigente do Sindicato dos Bancários foi preso em ação da Polícia Militar, chamada pela gerência do banco Itaú em uma operação fura-greve.

Em Porto Alegre, durante piquete na Carris, zona leste, dezenas de pessoas que apoiavam a mobilização dos trabalhadores foram detidas pela Brigada Militar. O ex-vice presidente do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul (CPERS) Altemir Cozer foi detido pela manhã e enquadrado na lei antiterrorismo.

Houve repressão em toda a cidade, com desmonte de piquetes pela Brigada Militar e uso de bombas de gás lacrimogêneo sobre estudantes e trabalhadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) nos campus do Vale e Central.
por Redação RBA, com Coletivo #GrevePorDireitos

Leia também:
- Na Paulista, 'Fora, Temer!' e protestos contra reformas

 

 
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Decisão que favoreceu Aécio confirma justiça de dois pesos e duas medidas. Por Joaquim de Carvalho

30 de Junho de 2017, 17:32, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda



O Supremo Tribunal Federal legitimou a queda de um presidente eleita com 54 milhões de votos, sem que o Senado apresentasse prova de crime de responsabilidade.

Dizer que pedalada fiscal justifica impeachment é uma piada.

A corte não reconheceu os argumentos da defesa de Dilma Rousseff e agora o ministro Marco Aurélio Mello diz que é preciso respeitar as prerrogativas de quem detém mandato.

“Mandato parlamentar é coisa séria”, observa ele em sua decisão de 16 páginas.

E mandato presidencial?

O que não valeu para a chefe do poder executivo, que conquistou o mandato pela maioria dos eleitores, vale para Aécio Neves, derrotado por Dilma Rousseff.

Diz Marco Aurélio:

“E mais que hora de a Suprema Corte restabelecer o respeito à Constituição, preservando as garantias do mandato parlamentar. Sejam quais forem as denúncias contra o senador mineiro, não cabe ao STF, por seu plenário e, muito menos, por ordem monocrática, afastar um parlamentar do exercício do mandato. Trata-se de perigosíssima criação jurisprudencial, que afeta de forma significativa o equilíbrio e a independência dos Três Poderes. Mandato parlamentar é coisa séria e não se mexe, impunemente, em suas prerrogativas.”

O mínimo de justiça seria agora, para ficar nas palavras de Marco Aurélio, “restabelecer o respeito à Constituição”, e devolver o mandato a Dilma Rousseff.

É na conspiração que resultou no golpe contra a presidência da República em 2016 que se encontra a origem de toda crise.

É na parcialidade da Justiça que se prolonga a crise.

O ex-primeiro-ministro da França François Guizot escreveu, há cerca de 170 anos:
“Quando a política penetra no recinto dos tribunais, a justiça se retira por alguma porta.”

Sobre a parcialidade da justiça, Rudolf von Ihering, jurista alemão que Paulo Nogueira já citou algumas vezes, disse:
“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o Direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do Direito”.

No Brasil de hoje, a Justiça reserva a espada para uns e a balança para outros.
É a força brutal.

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Leia também:  
- E se Aécio fosse pego com Pinho Sol numa manifestação? 

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Decisão que favoreceu Aécio confirma justiça de dois pesos e duas medidas. Por Joaquim de Carvalho

30 de Junho de 2017, 17:32, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda



O Supremo Tribunal Federal legitimou a queda de um presidente eleita com 54 milhões de votos, sem que o Senado apresentasse prova de crime de responsabilidade.

Dizer que pedalada fiscal justifica impeachment é uma piada.

A corte não reconheceu os argumentos da defesa de Dilma Rousseff e agora o ministro Marco Aurélio Mello diz que é preciso respeitar as prerrogativas de quem detém mandato.

“Mandato parlamentar é coisa séria”, observa ele em sua decisão de 16 páginas.

E mandato presidencial?

O que não valeu para a chefe do poder executivo, que conquistou o mandato pela maioria dos eleitores, vale para Aécio Neves, derrotado por Dilma Rousseff.

Diz Marco Aurélio:

“E mais que hora de a Suprema Corte restabelecer o respeito à Constituição, preservando as garantias do mandato parlamentar. Sejam quais forem as denúncias contra o senador mineiro, não cabe ao STF, por seu plenário e, muito menos, por ordem monocrática, afastar um parlamentar do exercício do mandato. Trata-se de perigosíssima criação jurisprudencial, que afeta de forma significativa o equilíbrio e a independência dos Três Poderes. Mandato parlamentar é coisa séria e não se mexe, impunemente, em suas prerrogativas.”

O mínimo de justiça seria agora, para ficar nas palavras de Marco Aurélio, “restabelecer o respeito à Constituição”, e devolver o mandato a Dilma Rousseff.

É na conspiração que resultou no golpe contra a presidência da República em 2016 que se encontra a origem de toda crise.

É na parcialidade da Justiça que se prolonga a crise.

O ex-primeiro-ministro da França François Guizot escreveu, há cerca de 170 anos:
“Quando a política penetra no recinto dos tribunais, a justiça se retira por alguma porta.”

Sobre a parcialidade da justiça, Rudolf von Ihering, jurista alemão que Paulo Nogueira já citou algumas vezes, disse:
“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o Direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do Direito”.

No Brasil de hoje, a Justiça reserva a espada para uns e a balança para outros.
É a força brutal.

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- E se Aécio fosse pego com Pinho Sol numa manifestação? 

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