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BlogueDoSouza

21 de Novembro de 2013, 16:56 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.

A concentração dos meios de comunicação como uma barreira para a democracia

22 de Setembro de 2017, 9:36, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda


A concentração dos meios de comunicação é uma das barreiras enfrentadas pela democracia do Brasil. A mídia tradicional é controlada por conglomerados empresariais que estão ligados não somente a interesses editoriais, mas também a interesses privados de uma elite influente.

De acordo com a Pesquisa Brasileira de Mídia 2016, realizada pela Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República), a TV é o meio de comunicação mais acessado pelos entrevistados, sendo mencionada pela quase totalidade da amostra. Pouco mais de três quartos dos entrevistados assistem TV todos os dias da semana. As emissoras da TV aberta são as mais assistidas, principalmente a Rede Globo. Aproximadamente 73% dos entrevistados afirmaram assistir a TV Globo.

Por volta de um em cada três respondentes afirma ler jornal. Apesar do recente crescimento de meios digitais e novas mídias, a principal fonte de informação da maioria da população brasileira sobre política nacional continua sendo os jornais da mídia tradicional. O Globo e a Folha de São Paulo são os jornais mais lidos do país. Apenas 26% da população afirmam se informar sobre o que acontece no Brasil pela internet.

A imprensa tradicional constitui uma instituição poderosa no país. Segundo pesquisa realizada pela Associação Nacional de Jornais, a audiência mensal da Folha é de 20,2 milhões de brasileiros. Esse é o número de pessoas que consomem conteúdo por meio de aparelhos móveis, internet e versão impressa. Na rede social Twitter, a Folha de SP tem mais de cinco milhões de seguidores e O Globo quase cinco milhões.

De acordo com o jornalista e sociólogo Venício Artur de Lima, na nossa versão de democracia liberal, a grande imprensa é uma instituição privada poderosa, concentrada nas mãos de uns poucos grupos empresariais familiares, beneficiária da propriedade cruzada e da ausência histórica de formas democráticas de regulação.

No Brasil, a propriedade cruzada dos meios de comunicação é uma prática recorrente que consiste em uma forma de concentração da propriedade na qual um grupo empresarial ou família é proprietário de mais de um tipo de veículo de comunicação, ou seja, jornal, TV, rádio, revista ou portal de notícias, como é o caso das Organizações Globo. Com a maior audiência do país e elevada arrecadação de verba publicitária, os veículos de imprensa das Organizações Globo têm poder para influenciar a sociedade, a economia e a política do país. De acordo com publicação do site Observatório da Imprensa, apenas entre maio e agosto de 2016, as Organizações Globo receberam mais de R$ 15,8 milhões do governo. No mesmo período, o UOL recebeu mais de R$ 691 mil e a Folha, mais de R$ 426 mil, somando a apenas essas duas empresas do Grupo Folha uma quantia superior a R$ 1,1 milhão.

Como a sociedade se informa, principalmente, por meio de notícias transmitidas pela mídia tradicional, essas notícias podem criar um falso consenso engendrado pelas classes dominantes, no qual interesses específicos das elites são apresentados como interesses coletivos para os diversos setores da sociedade.

Com o acesso limitado a informações alternativas, ou devido à escassez de recursos mentais para se opor a tais informações, os leitores ou a audiência dificilmente questionarão as mensagens transmitidas por jornais com amplo alcance. A mídia tradicional configura-se, assim, como única fonte de informação para a maioria da população brasileira, disseminando notícias raramente contestadas. E, pode assim, produzir conteúdos utilizando artifícios discursivos para enquadrar aspectos da realidade, dessa forma, determinadas ideias e interpretações podem ser enfatizadas e naturalizadas em diversos setores da sociedade.

Hoje, essas empresas de mídia — que “falam” como se fossem representantes de cada um de nós — constituem-se, elas próprias, em importantes e poderosos atores, tanto econômicos quanto políticos, mas, sobretudo, como atores determinantes na construção da opinião pública em todo o mundo (LIMA, 2010. p.104).

No Brasil, a legislação não define limites à concentração dos meios de comunicação. Além disso, o “coronelismo eletrônico” define a atual rede de relações na estrutura de comunicação brasileira. Herdado do termo Coronelismo, cunhado na década de 1940, que designa o sistema político de “troca de favores”, que sustentou o período da República Velha (1889–1930), o coronelismo eletrônico designa-se, de acordo com Santos (2006) como:

“O sistema organizacional da recente estrutura brasileira de comunicações, baseado no compromisso recíproco entre poder nacional e poder local, configurando uma complexa rede de influências entre o poder público e o poder privado dos chefes locais, proprietários de meios de comunicação” (SANTOS, Suzy, 2006. p.8).

Um exemplo de coronelismo eletrônico pode ser visto no Maranhão. A Rede Mirante, conglomerado de mídia, afiliado da Rede Globo no estado, durante anos pertenceu ao político Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney (PMDB).

Os meios de comunicação podem atuar com interesses políticos bem definidos. Esse posicionamento é criticado por alguns setores da sociedade. Movimentos sociais, organizações e a mídia alternativa visam combater a concentração existente nos meios de comunicação. O Intervozes visa promover às pessoas o direito de comunicação no país. O “Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé” pretende democratizar o sistema de comunicação para que a diversidade e a pluralidade da mídia sejam exercidas. O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação tem como objetivo democratizar os meios de comunicação do Brasil. O site “Outras Palavras” é um exemplo a respeito da questão do direito à comunicação e da mídia livre. Além da Mídia Ninja, que oferece uma cobertura jornalística alternativa dos fatos políticos do país e que está presente em mais de 150 cidades brasileiras. “A sociedade enfrenta sua mídia”, Braga (2006).

Em 2009, o Governo em busca de regulamentação da mídia realizou a 1ª. Conferência Nacional de Comunicação com a participação de mais 1600 delegados. Poucas entidades do setor privado participaram, apenas a ABRA e a Telebrasil. Apesar da falta de apoio dos grandes grupos de mídia do país, o evento resultou em 600 propostas para auxiliar o governo na regulação dos meios de comunicação. Em 2010, o então presidente, Luís Inácio Lula da Silva, assinou um decreto criando uma comissão interministerial que elaborou estudos e propostas de revisão do marco regulatório dos serviços de radiofusão da mídia. Em 2014, a ex-presidenta da República, Dilma Rousseff, prometeu que no seu segundo mandato defenderia a regulação da mídia no Brasil.

No início de seu primeiro mandato, com fama de gestora eficiente e iniciativas de combate à corrupção, a presidente Dilma Rousseff chegou a ter a maior aprovação de um mandatário brasileiro desde a redemocratização. Entre janeiro e março de 2013, a aprovação de Dilma era de 63%, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria. Esse cenário se inverteu após os primeiros meses do segundo mandato. Segundo pesquisa realizada pelo instituto Datafolha e divulgada em março de 2015, em poucos meses a reprovação de sua gestão chegou a 62%. Após diversas manifestações e um intenso debate político nacional, o Senado brasileiro destituiu a presidente Dilma Rousseff, processada por crime de responsabilidade na gestão do orçamento nacional. O processo ainda vem sendo questionado e é alvo diversas críticas. Jessé de Souza (2016) define o processo de impeachment de Dilma Rousseff como um golpe midiático-jurídico.

Em 2013, por meio de um editorial, o jornal O Globo assumiu que o apoio à ditadura militar foi um erro. Em 1964, classes dominantes, inclusive órgãos de imprensa, como O Globo e a Folha de S.Paulo, voltaram-se para a desestabilização e derrubada de João Goulart, que governou o Brasil dando atenção às reivindicações sociais.

A grande mídia brasileira é parcial e usa seu poder para influenciar os diversos setores da sociedade. A Rede Globo atua como um partido de direita, que defende interesses específicos. Para lutar contra esse discurso hegemônico, há vários caminhos, como fortalecer redes de mídia alternativa e novos coletivos, lutar pelo ensino crítico da mídia em escolas públicas brasileiras e fortalecer a nossa televisão pública.

Referências:

LIMA, Venício Artur de. Cultura do silencia e democracia no Brasil: ensaios em defesa da liberdade de expressão (1980–2015). — Brasília: Editora UnB, 2015. _____. Liberdade de expressão x liberdade de imprensa: Direito à comunicação e democracia. — São Paulo: Publisher Brasil, 2010.

BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia: dispositivos sociais de crítica midiática. São Paulo: Paulus, 2006. 341 p.

SOUZA, Jessé. A Radiografia do Golpe: Entenda Como E Por Que Você Foi Enganado. Leya, 2016.

SANTOS, Suzy dos. E-Sucupira: O Coronelismo Eletrônico como Herança do Coronelismo nas Comunicações Brasileiras. Revista da Associação Nacional de Pós-Graduação em Comunicação. Dezembro 2006. Disponível em: . Acesso em: 17 jan. 2008.

Por Emílio Pio no Medium
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Brasil que o Povo Quer “mostra que PT evoluiu”, avalia Lula

21 de Setembro de 2017, 20:08, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda


Plataforma de escuta e debate é parte de um programa amplo que irá elaborar um novo projeto para ao país e foi lançada nesta quinta pelo PT e FPA

“Fazer um chamamento à sociedade para que ela diga o Brasil que ela quer é a primeira demonstração de que o PT evoluiu e a esquerda evoluiu para compreender que o país não é nosso. Nós que somos do país”. A afirmação foi feita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta-feira (21), durante o lançamento da plataforma Brasil que o Povo Quer.

Assista vídeo do evento:



O evento de lançamento oficial da plataforma foi realizado nesta manhã com um debate sobre Fome e Miséria no Brasil. Também participaram do ato a presidenta do PT Gleisi Hoffmann (PT-PR), a ex-ministra Tereza Campello e o presidente da Fundação Perseu Abramo, Marcio Pochmann, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT-SP), o vereador Eduardo Suplicy (PT-SP), a deputada Benedita da Silva, o deputado Carlos Zarttini (PT-SP) os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Humberto Costa (PT-PE), além de representantes de movimentos sociais.

A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou em coletiva para a imprensa que “essa consulta que nós vamos fazer através da plataforma, de um programa para o Brasil, não visa apenas 2018, não é só um programa de governo, mas é a construção de um projeto para o Brasil, uma visão de futuro para o Brasil, e vai nos dar também ideias em 2018”.

Lula ainda defendeu que “quem tem que sair com um programa não somos nós, uma pequena parte que acha que é vanguarda, mas abrir as portas para que a sociedade possa dizer que Brasil ela deseja, o que é prioritário. Para que a gente possa dizer em alto e bom som o que estamos fazendo o que o povo brasileiro deseja fazer”.

“Essa nova metodologia do PT fazer programa de governo desafiando a sociedade a participar, acho que é uma inovação extraordinária. Acho que vamos colher muita coisa boa. Não vamos ter medo do que o povo vai falar”, acrescentou o ex-presidente.

Márcio Pochmann apresentou a plataforma, que faz parte de um projeto mais amplo, incluindo também debates presenciais transmitidos ao vivo com lideranças políticas e especialistas, além de um relatório final que será entregue ao Diretório Nacional do PT.

“Esse é um projeto para escutar a maior riqueza desse país, que é a diversidade. Diversidade de gênero, diversidade de religiões, diversidade de cultura, diversidades regionais”, afirmou Pochmann destacando o papel da plataforma para “viabilizar a participação popular”.

“Dentro do espirito de escutar essas diversidades desse país, que está em uma das piores recessões que já viveu, temos condições de construir uma nova proposta. Abrindo o partindo para a sociedade, porque assim entendemos que temos condições de sair das condições dramáticas nas quais nos encontramos, explicou Pochmann.


A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann demonstrou ao vivo como se utiliza a plataforma, na qual é possível fazer contribuições sobre o tema em debate e avaliar as contribuições alheias com os termos “concordo”, “discordo” ou pular.

A ex-ministra Tereza Campello apresentou o Mapa da Fome da ONU, destacando que o país saiu deste mapa com os governos de Lula e Dilma Rousseff e agora retorna com o golpista Michel Temer. “Conseguimos em 11 anos reduzir em 82% a população que passava fome”, destacou ela.

Campello ainda explicou como o conjunto de políticas dos governos petistas contribuiu para as transformações do país. “Muita gente acha que foi só o Bolsa Família, mas não foi só isso. Porque conseguimos fazer isso? Primero, colocamos a questão da fome como prioridade”.

“Como diz o Lula, colocamos o pobre no orçamento. Alertamos para questão da fome, criamos o ministério com fome no nome, era o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Construímos um conjunto de políticas que valorizou o trabalhador: valorização do salário mínimo, merenda escolar, bolsa família, fortalecimento da produção de alimentos”, explicou a ex-ministra.

Ela também destacou que o governo Temer tem tanto descaso com a população mais carente que até retirou “fome” do Ministério. “Se fosse só isso: aumento do desemprego, acabou programa de cisternas, um conjunto de ações que coloca o Brasil com ameaça de voltar ao mapa da fome”.

“Tem que discutir desigualdade. Estão tentando desqualificar o que fizemos dizendo que nosso governo não diminuiu desigualdade. Desigualdade é falta de acesso a água, falta de acesso a saneamento. Geladeira não é só consumo, é segurança alimentar”.

A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Marianna Dias, afirmou que “esse é um canal de diálogo com o povo. Esse é nosso diferencial, de ouvir o que o povo precisa para a gente seguir”.

“Estou muito incomodada com esse pessoal que fala que o Brasil não dá certo. Nós precisamos dizer para a população que vivemos em um país que deu certo, um país que pensa no povo. Essa iniciativa é importante para que a gente ouça o que o povo quer, mas principalmente para que a gente faça o povo refletir que é possível viver em um país que dá certo”.

O vereador Eduardo Suplicy relembrou que “todos os candidatos a presidente em 2014, até Aécio, disseram que iam continuar e até aumentar o Bolsa Família. Até nosso candidato a vice-presidente dizia abraçar essa causa e agora está retrocedendo. O Banco Mundial, o Ipea, todos enaltecem o Bolsa Família e pessoas de todo o mundo vem ao Brasil estudar e aplicar programas semelhantes em seus países”.

Benedita da Silva destacou que a fome já foi erradicada no país e agora pode retornar. “Lembro quando visitamos o Betinho e ele falou que quem tem fome tem pressa. Falo com emoção porque, talvez muitos não saibam o que é fome, mas ela não deixa você pensar, ela faz com que você se submeta, que perca a esperança. A fome tira seus sonhos, por menor que eles sejam. Quando lula se comprometeu a combater a fome, sabia que se ele não fizesse mais nada, e ele fez muito mais, nós já estaríamos contemplados como negros, pobres”.

Da Redação da Agência PT de Notícias
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PT e FPA lançam iniciativa de escuta e diálogo com população para debater o futuro do Brasil

21 de Setembro de 2017, 7:29, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda


O evento contará com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidenta nacional do PT Gleisi Hoffmann, do presidente da Fundação Perseu Abramo Marcio Pochmann e de Tereza Campello, economista e ministra do Desenvolvimento Social e Combate a Fome do Governo Dilma.

No dia 21 de setembro, o Partido dos Trabalhadores e a Fundação Perseu Abramo lançam a iniciativa "Brasil Que o Povo Quer", um amplo processo de escuta e debate para envolver os brasileiros e brasileiras na construção de um novo programa para o Brasil.

Serão três frentes principais: (1) uma plataforma digital aberta à participação de todas e todos; (2) debates transmitidos ao vivo na internet com a presença de ativistas, estudiosos e estudiosas e integrantes de movimentos sociais; (3) reuniões e debates presenciais nos Diretórios (zonais, municipais, estaduais e nacional), setoriais e outras instâncias do PT.

As três frentes estão interligadas com um objetivo final e único de construir um novo Projeto para o Brasil, que será apresentado pelo PT à sociedade ao final do processo, em 2018.

Os cidadãos e cidadãs poderão participar de encontros presenciais, acompanhar os debates pela internet e também apresentar suas próprias ideias e opinar nas ideias de outras pessoas pela plataforma "Brasil que o Povo Quer": https://brasilqueopovoquer.org.br

As "conversas" irão debater questões, problemas e soluções que se organizam dentro de sete grandes eixos temáticos:

1) a ordem mundial, a soberania e a defesa da nação
2) participação popular, liberdade e direitos. Qual democracia queremos?
3) integração nacional e serviços no Brasil: é possível construir um país mais justo para todos?
4) o que é qualidade de vida para você?
5) quem pagará o aumento da infraestrutura e dos bens comuns no Brasil?
6) como reduzir a desigualdade e garantir inclusão social no Brasil?
7) como mobilizar os recursos naturais e tecnológicos gerando riqueza para todos?

No dia 21, a partir das 10 horas, haverá evento de lançamento da iniciativa Brasil que o Povo Quer com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidenta nacional do PT Gleisi Hoffmann, do presidente da Fundação Perseu Abramo Marcio Pochmann e de Tereza Campello, economista e ministra do Desenvolvimento Social e Combate a Fome do Governo Dilma para discussão do tema da primeira conversa "O que é preciso fazer quando a miséria e a fome voltam a crescer no Brasil?". Haverá transmissão ao vivo pela TevêFPA.

Serviço:
Brasil que o Povo Quer - Lançamento
21 de setembro de 2017 (quinta feira), 10 horas
Novotel Jaraguá - R. Martins Fontes, 71, São Paulo – SP
Informações: (11)5571-4299 ramais 139 e 149

Lula.com.br
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Reaja ao golpe: 11 de outubro, exigir a anulação do impeachment em Brasília

20 de Setembro de 2017, 19:17, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda



É preciso anular o impeachment fraudulento que tirou do poder a presidenta eleita Dilma Rousseff, do PT. Com 54,5 milhões de votos, Dilma foi substituída por um governo da direita, submisso ao imperialismo e que está aplicando um programa de ataque aos trabalhadores e de destruição do patrimônio nacional e entrega dos recursos do país.

Crise do regime

Os golpistas já acabaram com a CLT e querem acabar com a aposentadoria. Também já começaram a vender o pré-sal e planejam vender a Eletrobrás. Apesar de todos esses ataques contra os trabalhadores e o Brasil, a direita golpista atravessa uma crise política marcada por suas divisões internas e pela indefinição da situação. Começando pelo impasse da permanência ou da substituição do golpista Michel Temer.

A encruzilhada do golpe expressa uma crise da própria Nova República. O regime político brasileiro está ruindo. A situação exige um programa que aponte uma saída real para a crise. A campanha pelas eleições diretas fracassou, assim como a campanha pelo “Fora Temer!”. O motivo para o fracasso dessas campanhas é tentativa de ignorar o golpe e tentar “virar a página do golpe”.

Enfrentar o golpe

O golpe precisa ser enfrentado, e precisa ser enfrentado de conjunto. A perda de direitos começou com a queda de Dilma, tirada do cargo por um processo fraudulento. É preciso exigir a anulação desse processo: a anulação do impeachment pelo STF. Não se pode, no entanto, depositar nenhuma confiança no STF. A exigência deve ser acompanhada de uma ampla mobilização dos trabalhadores em favor da anulação.

É preciso tirar a direita do controle do governo e enfrentar o golpe de conjunto. Pela anulação do impeachment de Dilma, contra a prisão de Lula e contra os ataques do imperialismo à Venezuela.

No dia 21 de junho foi realizado um primeiro ato público em Brasília para exigir a anulação do impeachment ao STF. Naquela oportunidade, o ato apontou um caminho para combater todas as medidas que a direita golpista vem tomando à frente do governo. Mês que vem, no dia 11 de outubro, será realizado um novo ato pela anulação do impeachment.


Ocupar Brasília, anular o impeachment

Neste segundo ato nacional contra o golpe e pela anulação do impeachment é necessário que haja milhares de pessoas protestando. Para ir ao ato pela anulação do impeahcment em Brasília no dia 11 de outubro, clique aqui. Para contribuir com a campanha financeira do partido para levar o máximo de pessoas interessadas a Brasília no dia do ato, clique aqui. Participe também dos comitês de luta contra o golpe, que estão colhendo dezenas de milhares de assinaturas pela anulação do impeachment em todo o Brasil.

É preciso dar uma resposta de conjunto a todas as políticas que a direita golpista vem implementando. Reaja ao golpe! Dia 11 é dia de ocupar Brasília e exigir a anulação do impeachment. Pela anulação do impeachment! Não à prisão de Lula! Fora o imperialismo da Venezuela! - Causa Operária

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Golpistas acabam com principal programa de combate a fome e redução da pobreza, o Programa de Aquisição de Alimentos
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Leonardo Stoppa: "Fim da esquerda?"

19 de Setembro de 2017, 9:44, por BlogueDoSouza - 0sem comentários ainda


Leonardo Stoppa em 'live' no Youtube afirma que a esquerda pode ser extinta caso não haja debate, união e reação ao que ocorre hoje no Brasil.

E convoca a todos para que façam parte deste movimento.

É um chamado ao debate e à ação, os quais concordo e compartilho com vocês.

A luta continua.

Vamos procurar união em torno de uma agenda, temos que fazer uma maioria comprometida com o povo, com o país, no congresso, nas forças armadas e no judiciário.
É só isso que a gente precisa para construir a democracia brasileira e o país próspero, soberano e solidário pelo qual sempre lutamos.

Vídeo imperdível:




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