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21 de Novembro de 2013, 16:56 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

O homem é de fato o único animal racional?

20 de Junho de 2016, 19:15, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

Dono de um intelecto insuperável, o Homo sapiens sempre subestimou as habilidades cognitivas das outras espécies. 

Será que a racionalidade pode ser resumida em "tomar decisões baseadas em pensamentos lógicos"? A racionalidade do ser humano, diferente de outros bichos não está limitada em "tomar decisões baseadas em pensamentos lógicos". Para outros bichos ser considerados racionais eles necessitam possuir capacidade para lógica, abstração, memorização,compreensão, autoconhecimento, comunicação, aprendizado, controle emocional, planejamento e resolução de problemas. Apenas um ou outra habilidade nas mencionadas são é equação Sine qua non para afirmar que tal bicho é inteligente e igual á raça humana.  

Kanzi, um bonobo (parente do chimpanzé) criado com linguagem humana desde que nasceu, há 29 anos. Ele aprendeu nada menos que 400 palavras com a pesquisadora americana Sue Savage-Rumbaugh. O primata consegue até formar frases e conjugar verbos, apontando para uma espécie de glossário com centenas de símbolos. A pergunta é: Essa habilidade o torna inteligente? Novas evidências revelam que a inteligência é um privilégio do homem.


Mas será que a distância separando os humanos dos outros animais realmente é tão grande assim? A ciência vem demonstrando que sim. A teoria das inteligências múltiplas foi desenvolvida pelo psicólogo americano Howard Gardner. Segundo ele, o cérebro humano possui oito tipos diferentes de inteligência.


Quem subjuga todas as outras raças? Quem domina e reina sobre o mundo conhecido? Seria a espécie mais forte, ou o mais rápido, o ainda o mais adaptável?
A inteligência é um privilégio do homem? Se for verdade essa afirmação, não há como negar que esse especial e singular dom nos distingue dos demais seres vivos existentes e nos coloca no topo da cadeia alimentar e no topo do controle do mundo conhecido.
Para se concluir e afirmar que um macaco, cachorro, elefante, rato, cobra ou qualquer outro bicho seja racional ele deve além de tomar decisões baseadas em pensamentos lógicos, ser capaz de também poder de abstração, memorização, compreensão, autoconhecimento, comunicação, aprendizado, controle emocional, planejamento e resolução de problemas tudo isso junto.
Simplesmente por que um papagaio canta o hino nacional podemos já de imediato afirmar que papagaios são seres racionais e igualá-los ao ser humano?


Doutrinação ideológica e orientação sexual infantil nas escolas.

5 de Maio de 2016, 0:17, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

Se você acredita que a escola deve respeitar o direito dos pais de dar aos seus filhos a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções, esse artigo é para você. "Uma perigosa heresia moderna chamada de ‘ideologia de gênero’  - teoria de orientação sexual que se tenta impor na educação básica, negando os sexos biológicos das crianças  - está se infiltrando nas escolas em um ritmo alarmante, que colocam em xeque nossas liberdades e atacam o núcleo familiar, transferindo poder desmedido ao estado." Não se trata de combater a possível discriminação de um aluno homossexual, mas de promover a “igualdade de gênero”, o que significa igualar ao sexo biológico as mais variadas fantasias de desajustados se­xuais, perseguindo o que os ideólogos chamam pejorativamente de “heteronormatividade”, isto é, o sexo papai-e-mamãe, que deve ser discriminado na escola em nome das relações homem-com-homem, mulher-com-mulher, trans-com-todos etc.

Você já parou para pensar sobre o motivo dessa farta produção de literatura voltada à educação sexual nas escolas? O famoso kit gay não foi o primeiro nem o último material pernicioso. Pais e educadores ai vai um alerta! A “ideologia de gênero” (termo que pouco se explica por si só) está sendo imposta à sociedade “através dos meios de comunicação, da legislação, da escola e de todos os outros meios possíveis”. Essa ideologia oferece a crianças e adolescentes um cardápio de opções sexuais para escolherem como sanduíche no balcão do McDonalds, é a isso que levam suas propostas. Com este artigo pretendo dar visibilidade a um problema gravíssimo que atinge a imensa maioria das escolas e universidades brasileiras: a instrumentalização do ensino para fins ideológicos e partidários.

Na Assembleia Legislativa da Bahia e em todo o Brasil está em votação os Planos Estaduais e Municipais de Educação. O texto original prevê que “gênero”, “sexualidade”, sejam considerados “objetos de tratamento didático-pedagógico” se dedica a disseminar a ideia de que o corpo humano, já na mais tenra idade, é um parque de diversões eróticas. Ou seja, que estes assuntos sejam "adequadamente" discutidos em sala de aula e que apareçam na formação docente. O texto segue afirmando o direito das crianças ao prazer sexual, a naturalidade das manifestações e "brincadeiras" explícitas, de quaisquer natureza, às quais, na escola, se aplicaria apenas a jeitosa informação de que o ambiente não seria lá muito apropriado para isso. O Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020) não passa de uma absurda colcha de retalhos, que carreou para dentro de si os particularismos dos mais diversos guetos ideológicos, que nada têm a ver com a sociedade brasileira, muito menos com a sala de aula.

Uma onda de libertinagem avança sobre a sociedade brasileira. O tema da sexualidade nas escolas passa a ser assunto principal ganhando espaço significativo no aprendizado do ler, escrever e contar. O governo do PT, ao promover uma perspectiva pedagógica altamente politizada, de forma oportunista e totalitária, querem impor à sociedade um modo de pensar, de ver e de sentir o mundo baseado em um extrato da uma minoria, os LGBT. "Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a juventude." O próximo passo será aprovar banheiro unissex.

Enquanto antes se aprendia a somar maçã com maçã, hoje as escolas aproveitam a aula de matemática para ensinar transversalmente os diferentes tipos ideológicos de família, como pares de homem com mulher; homem com homem e mulher com mulher. Podendo também somar outros na família como homem com mais de uma mulher; ou mulher com mais de dois homens; ou como a criatividade permitir. Este tipo de educação já ocorre nas escolas públicas, com livros didáticos figurando os exemplos citados.

O Plano Nacional de Educação está cheio desse tipo de associação indevida entre aprendizado e fatores sociais diversos, como se aprender a ler e contar fossem atividades indissociáveis da vida cotidiana e não pudessem ser ensinadas sem que antes se revolucionasse todo o contexto social da criança. Sabemos que o conhecimento é vulnerável à contaminação ideológica e que o ideal da perfeita neutralidade e objetividade é inatingível. Mas sabemos também que, como todo ideal, ele pode ser perseguido. Por isso, sustentamos que todo professor tem o dever ético e profissional de se esforçar para alcançar esse ideal. Depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição que não aceite e promova o comportamento homossexual e a escola continua sendo um obstáculo enorme que precisa ser combatido. Não acredita? Continue lendo.

1) A ideologia é a concepção de mundo que se manifesta implicitamente na vida individual e coletiva. Basicamente, é no que você acredita enquanto ser humano vivendo em sociedade. A ideologia constitui os sujeitos.

2) O gênero é um conceito que trata das relações entre pessoas e como elas expressam na sociedade sua identidades.

Logo... Estão permeando nas escolas discussões sobre "concepções de mundo" e "expressão de identidades" para crianças em formação de personalidade trazendo confusão e gerando interrogações ao invés de esclarecimentos. Um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal." "Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: as escolas."

Na sala de aula, o professor é a autoridade máxima. Os alunos devem respeitá-lo e obedecê-lo. Por isso, não é ético que o professor se aproveite dessas circunstâncias -- isto é, da situação de aprendizado -- para “fazer a cabeça” dos alunos.

A mente de crianças em formação estão sendo manipuladas pela mídia, e, agora pelo aparelhamento político nas escolas, para odiar evangélicos, odiar católicos, odiar militares, odiar pessoas conservadoras, odiar pessoas em geral que defendem valores morais. Ao promoverem um discurso de ódio contra esses grupos, os defensores da idelogia de gênero afirmam e ensinam que estes grupos seriam os responsáveis pela construção de tabus, que necessariamente precisam urgentemente ser combatidos, e que estes grupos promovem a intolerância.

Em pleno 2016, há quem queira inserir discussões sobre identidade de gênero e sexualidade nas escolas do país para crianças em formação de caráter. Baseado na falsa informação de que no Brasil, é onde mais se mata pessoas homossexuais no mundo. Imagine inserir esse debate nas escolas, logo esse espaço que deve formar cidadãos para conviver em sociedade.

Os ativistas dessa corrente de pensamento usam táticas da generalização da causa das mulheres, dos negros e negras, dos índios, dos pobres, dos quilombolas, dos sem-terra, dos drogados e qualquer outro grupo que lhes for conveniente com objetivo de confundir e atrair mais adeptos tratando a causa LGBT misturado com "etnia" como se fosse o mesmo problema e tudo junto, promovendo incitação à guerra de raças e de gênero e orientação sexual.

Mas como impor algo se somos pessoas instruídas na sociedade? Precisamos lutar pela descontaminação e desmonopolização ideológica das escolas. Muitos pais, com medo de serem chamados de ‘conservadores’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um direito’. O caso é importante porque cada Plano de Educação aprovado com essa ideologia significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-cristãos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição Federal do Brasil. Difícil, não é? Mas tudo o que está ruim, pode piorar. E vai, se não houver reação!

O jornalista José Maria e Silva escreveu um texto bastante completo sobre os principais absurdos e riscos presentes no projeto. Segue um trecho:
Essa ideologia é um perigo para os mais pobres, porque, para a elite consciente, se o professor tentar ideologizar os filhos, poderá sofrer uma repressão dos pais quando forem às reuniões de pais e mestres. O pobre não terá capacidade de perceber as sutilezas, porque não tem a cultura necessária. Implantando isso nas escolas públicas teremos um estrago difícil de ser recuperado, porque o PNE tem validade de 10 anos.

Caso o Plano Nacional de Educação seja aprovado, em definitivo, com essa redação sexista (isso mesmo: sexista), a nação brasileira corre o risco de ter sua língua sequestrada pelos ideólogos de esquerda. Não tardam e hão de querer revisar o texto da própria Constituição para adicionar-lhe esses penduricalhos de mau gosto.

O Plano Nacional de Educação e suas versões para os Estados e Municípios que, no país do analfabetismo funcional, negligencia o mérito, incita a escola contra a família e, em vez de estimular a leitura, policia as palavras, transformando a língua num instrumento de opressão ideológica, nada tem a ver com ensino – é apenas uma doutrinação totalitária que tenta fazer da escola uma incubadora de subversões.



Matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/04/1756383-palmas-proibe-discussao-sobre-ideologia-de-genero-em-sala-de-aula.shtml

Doutrinação ideológica e erotização infantil nas escolas do Brasil

5 de Maio de 2016, 0:17, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

Se você acredita que a escola deve respeitar o direito dos pais de dar aos seus filhos a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções, esse artigo é para você. "Uma perigosa heresia moderna chamada de ‘ideologia de gênero’  - teoria de gêneros que se tenta impor na educação, negando os sexos biológicos das pessoas  - está se infiltrando nas escolas em um ritmo alarmante, que colocam em xeque nossas liberdades e atacam o núcleo familiar, transferindo poder desmedido ao estado."

Pais e educadores ai vai um alerta! A “ideologia de gênero” (termo que pouco se explica por si só) está sendo imposta à sociedade “através dos meios de comunicação, da legislação, da escola e de todos os outros meios possíveis”. Com este artigo pretendo dar visibilidade a um problema gravíssimo que atinge a imensa maioria das escolas e universidades brasileiras: a instrumentalização do ensino para fins ideológicos e partidários.

Na Assembleia Legislativa da Bahia e em todo o Brasil está em votação os Planos Estaduais e Municipais de Educação. O texto original prevê que “gênero”, “sexualidade”, sejam considerados “objetos de tratamento didático-pedagógico”. Ou seja, sejam assuntos adequadamente discutidos em sala de aula e que apareçam na formação docente. O Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020) não passa de uma absurda colcha de retalhos, que carreou para dentro de si os particularismos dos mais diversos guetos ideológicos, que nada têm a ver com a sociedade brasileira, muito menos com a sala de aula.

Uma onda de libertinagem avança sobre a sociedade brasileira. O tema da sexualidade nas escolas passa a ser assunto principal ganhando espaço significativo no aprendizado do ler, escrever e contar. O governo do PT, ao promoverem uma perspectiva pedagógica altamente politizada, de forma oportunista e totalitária, querem impor à sociedade um modo de pensar, de ver e de sentir o mundo baseado em um extrato da uma minoria, os LGBT. "Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a juventude." O próximo passo será aprovar banheiro unissex.

Enquanto antes se aprendia a somar maçã com maçã, hoje as escolas aproveitam a aula de matemática para ensinar transversalmente os diferentes tipos ideológicos de família, como pares de homem com mulher; homem com homem e mulher com mulher. Podendo também somar outros na família como homem com mais de uma mulher; ou mulher com mais de dois homens; ou como a criatividade permitir. Este tipo de educação já ocorre nas escolas públicas, com livros didáticos figurando os exemplos citados.

O Plano Nacional de Educação está cheio desse tipo de associação indevida entre aprendizado e fatores sociais diversos, como se aprender a ler e contar fossem atividades indissociáveis da vida cotidiana e não pudessem ser ensinadas sem que antes se revolucionasse todo o contexto social da criança. Sabemos que o conhecimento é vulnerável à contaminação ideológica e que o ideal da perfeita neutralidade e objetividade é inatingível. Mas sabemos também que, como todo ideal, ele pode ser perseguido. Por isso, sustentamos que todo professor tem o dever ético e profissional de se esforçar para alcançar esse ideal. Depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição que não aceite e promova o comportamento homossexual e a escola continua sendo um obstáculo enorme que precisa ser combatido. Não acredita? Continue lendo.

1) A ideologia é a concepção de mundo que se manifesta implicitamente na vida individual e coletiva. Basicamente, é no que você acredita enquanto ser humano vivendo em sociedade. A ideologia constitui os sujeitos.

2) O gênero é um conceito que trata das relações entre pessoas e como elas expressam na sociedade sua identidades.

Logo... Estão permeando nas escolas discussões sobre "concepções de mundo" e "expressão de identidades" para crianças em formação de personalidade trazendo confusão e gerando interrogações ao invés de esclarecimentos. Um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal." "Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: as escolas."

Na sala de aula, o professor é a autoridade máxima. Os alunos devem respeitá-lo e obedecê-lo. Por isso, não é ético que o professor se aproveite dessas circunstâncias -- isto é, da situação de aprendizado -- para “fazer a cabeça” dos alunos.

A mente de crianças em formação estão sendo manipuladas pela mídia, e, agora pelo aparelhamento político nas escolas, para odiar evangélicos, odiar católicos, odiar militares, odiar pessoas conservadoras, odiar pessoas em geral que defendem valores morais. Ao promoverem um discurso de ódio contra esses grupos, os defensores da idelogia de gênero afirmam e ensinam que estes grupos seriam os responsáveis pela construção de tabus, que necessariamente precisam urgentemente ser combatidos, e que estes grupos promovem a intolerância.

Em pleno 2016, há quem queira inserir discussões sobre identidade de gênero e sexualidade nas escolas do país para crianças em formação de caráter. Baseado na falsa informação de que no Brasil, é onde mais se mata pessoas homossexuais no mundo. Imagine inserir esse debate nas escolas, logo esse espaço que deve formar cidadãos para conviver em sociedade.

Os ativistas dessa corrente de pensamento usam táticas da generalização da causa das mulheres, dos negros e negras, dos índios, dos pobres, dos quilombolas, dos sem-terra, dos drogados e qualquer outro grupo que lhes for conveniente com objetivo de confundir e atrair mais adeptos tratando a causa LGBT misturado com "etnia" como se fosse o mesmo problema e tudo junto.

Mas como impor algo se somos pessoas instruídas na sociedade? Precisamos lutar pela descontaminação e desmonopolização ideológica das escolas. Muitos pais, com medo de serem chamados de ‘conservadores’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um direito’. O caso é importante porque cada Plano de Educação aprovado com essa ideologia significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-cristãos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição Federal do Brasil. Difícil, não é? Mas tudo o que está ruim, pode piorar. E vai, se não houver reação!

O jornalista José Maria e Silva escreveu um texto bastante completo sobre os principais absurdos e riscos presentes no projeto. Segue um trecho:
Essa ideologia é um perigo para os mais pobres, porque, para a elite consciente, se o professor tentar ideologizar os filhos, poderá sofrer uma repressão dos pais quando forem às reuniões de pais e mestres. O pobre não terá capacidade de perceber as sutilezas, porque não tem a cultura necessária. Implantando isso nas escolas públicas teremos um estrago difícil de ser recuperado, porque o PNE tem validade de 10 anos.

Caso o Plano Nacional de Educação seja aprovado, em definitivo, com essa redação sexista (isso mesmo: sexista), a nação brasileira corre o risco de ter sua língua sequestrada pelos ideólogos de esquerda. Não tardam e hão de querer revisar o texto da própria Constituição para adicionar-lhe esses penduricalhos de mau gosto.



Doutrinação ideológica e erotização infantil nas escolas do Brasil

5 de Maio de 2016, 0:17, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

Se você acredita que a escola deve respeitar o direito dos pais de dar aos seus filhos a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções, esse artigo é para você. "Uma perigosa heresia moderna chamada de ‘ideologia de gênero’  - teoria de gêneros que se tenta impor na educação, negando os sexos biológicos das pessoas  - está se infiltrando nas escolas em um ritmo alarmante, que colocam em xeque nossas liberdades e atacam o núcleo familiar, transferindo poder desmedido ao estado."

Pais e educadores ai vai um alerta! A “ideologia de gênero” (termo que pouco se explica por si só) está sendo imposta à sociedade “através dos meios de comunicação, da legislação, da escola e de todos os outros meios possíveis”. Com este artigo pretendo dar visibilidade a um problema gravíssimo que atinge a imensa maioria das escolas e universidades brasileiras: a instrumentalização do ensino para fins ideológicos e partidários.

Na Assembleia Legislativa da Bahia e em todo o Brasil está em votação os Planos Estaduais e Municipais de Educação. O texto original prevê que “gênero”, “sexualidade”, sejam considerados “objetos de tratamento didático-pedagógico”. Ou seja, sejam assuntos adequadamente discutidos em sala de aula e que apareçam na formação docente. O Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020) não passa de uma absurda colcha de retalhos, que carreou para dentro de si os particularismos dos mais diversos guetos ideológicos, que nada têm a ver com a sociedade brasileira, muito menos com a sala de aula.

Uma onda de libertinagem avança sobre a sociedade brasileira. O tema da sexualidade nas escolas passa a ser assunto principal ganhando espaço significativo no aprendizado do ler, escrever e contar. O governo do PT, ao promoverem uma perspectiva pedagógica altamente politizada, de forma oportunista e totalitária, querem impor à sociedade um modo de pensar, de ver e de sentir o mundo baseado em um extrato da uma minoria, os LGBT. "Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a juventude." O próximo passo será aprovar banheiro unissex.

Enquanto antes se aprendia a somar maçã com maçã, hoje as escolas aproveitam a aula de matemática para ensinar transversalmente os diferentes tipos ideológicos de família, como pares de homem com mulher; homem com homem e mulher com mulher. Podendo também somar outros na família como homem com mais de uma mulher; ou mulher com mais de dois homens; ou como a criatividade permitir. Este tipo de educação já ocorre nas escolas públicas, com livros didáticos figurando os exemplos citados.

O Plano Nacional de Educação está cheio desse tipo de associação indevida entre aprendizado e fatores sociais diversos, como se aprender a ler e contar fossem atividades indissociáveis da vida cotidiana e não pudessem ser ensinadas sem que antes se revolucionasse todo o contexto social da criança. Sabemos que o conhecimento é vulnerável à contaminação ideológica e que o ideal da perfeita neutralidade e objetividade é inatingível. Mas sabemos também que, como todo ideal, ele pode ser perseguido. Por isso, sustentamos que todo professor tem o dever ético e profissional de se esforçar para alcançar esse ideal. Depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição que não aceite e promova o comportamento homossexual e a escola continua sendo um obstáculo enorme que precisa ser combatido. Não acredita? Continue lendo.

1) A ideologia é a concepção de mundo que se manifesta implicitamente na vida individual e coletiva. Basicamente, é no que você acredita enquanto ser humano vivendo em sociedade. A ideologia constitui os sujeitos.

2) O gênero é um conceito que trata das relações entre pessoas e como elas expressam na sociedade sua identidades.

Logo... Estão permeando nas escolas discussões sobre "concepções de mundo" e "expressão de identidades" para crianças em formação de personalidade trazendo confusão e gerando interrogações ao invés de esclarecimentos. Um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal." "Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: as escolas."

Na sala de aula, o professor é a autoridade máxima. Os alunos devem respeitá-lo e obedecê-lo. Por isso, não é ético que o professor se aproveite dessas circunstâncias -- isto é, da situação de aprendizado -- para “fazer a cabeça” dos alunos.

A mente de crianças em formação estão sendo manipuladas pela mídia, e, agora pelo aparelhamento político nas escolas, para odiar evangélicos, odiar católicos, odiar militares, odiar pessoas conservadoras, odiar pessoas em geral que defendem valores morais. Ao promoverem um discurso de ódio contra esses grupos, os defensores da idelogia de gênero afirmam e ensinam que estes grupos seriam os responsáveis pela construção de tabus, que necessariamente precisam urgentemente ser combatidos, e que estes grupos promovem a intolerância.

Em pleno 2016, há quem queira inserir discussões sobre identidade de gênero e sexualidade nas escolas do país para crianças em formação de caráter. Baseado na falsa informação de que no Brasil, é onde mais se mata pessoas homossexuais no mundo. Imagine inserir esse debate nas escolas, logo esse espaço que deve formar cidadãos para conviver em sociedade.

Os ativistas dessa corrente de pensamento usam táticas da generalização da causa das mulheres, dos negros e negras, dos índios, dos pobres, dos quilombolas, dos sem-terra, dos drogados e qualquer outro grupo que lhes for conveniente com objetivo de confundir e atrair mais adeptos tratando a causa LGBT misturado com "etnia" como se fosse o mesmo problema e tudo junto.

Mas como impor algo se somos pessoas instruídas na sociedade? Precisamos lutar pela descontaminação e desmonopolização ideológica das escolas. Muitos pais, com medo de serem chamados de ‘conservadores’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um direito’. O caso é importante porque cada Plano de Educação aprovado com essa ideologia significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-cristãos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição Federal do Brasil. Difícil, não é? Mas tudo o que está ruim, pode piorar. E vai, se não houver reação!

O jornalista José Maria e Silva escreveu um texto bastante completo sobre os principais absurdos e riscos presentes no projeto. Segue um trecho:
Essa ideologia é um perigo para os mais pobres, porque, para a elite consciente, se o professor tentar ideologizar os filhos, poderá sofrer uma repressão dos pais quando forem às reuniões de pais e mestres. O pobre não terá capacidade de perceber as sutilezas, porque não tem a cultura necessária. Implantando isso nas escolas públicas teremos um estrago difícil de ser recuperado, porque o PNE tem validade de 10 anos.

Caso o Plano Nacional de Educação seja aprovado, em definitivo, com essa redação sexista (isso mesmo: sexista), a nação brasileira corre o risco de ter sua língua sequestrada pelos ideólogos de esquerda. Não tardam e hão de querer revisar o texto da própria Constituição para adicionar-lhe esses penduricalhos de mau gosto.



O lado obscuro das séries de TV - Netflix e Cia.

31 de Janeiro de 2016, 2:46, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

Reflexões sobre perigos de séries de TV e filmes e seu lado obscuro.

Se você tem o hábito de passar horas a fio assistindo séries sem parar, emendando um episódio no outro, cuidado: você pode estar doente. E não se trata de um vício inofensivo.

Esse fenômeno social cresce assustadoramente em escala mundial, protagonizado pela ascensão de serviços de streaming (transmissão pela internet) de vídeo sob demanda. A chamada “guerra cultural” provoca colapso dos valores cristãos e a depravação dos valores tradicionais. Acha um absurdo? Continue lendo...

Quem nunca foi questionado ... Qual série você está assistindo? Você assina o Netflix? Já assistiu a série tal? Seriados são pequenos contos da vida como ela é. Assisti-los é oferecermos a nós mesmos um momento em que deixamos de prestar a atenção em nossa própria vida para acompanhar a trajetória de outras pessoas - mesmo que travestidas de ficção.
Milhares de jovens habitualmente passam o dia inteiro assistindo séries sem parar, emendando um episódio no outro, literalmente esses jovens e adultos ficam o dia todo em frente à TV avançando ao próximo episódio mesmo sabendo que tem outras coisas a fazer. Numa verdadeira maratonas de séries, a há até disputas para ver quem termina de assirtir a toda a série primeiro, pois, tem a sua disposição temporadas inteiras das produções, e não episódios semanais como na TV aberta ou fechada. 

Estamos falando de séries que falam de criaturas misteriosamente fortes e eternas[1]; heróis consagrados assumindo papel de vilões; busca implacável pelo poder; justiça com as próprias mãos[11]; homossexualidade, bissexualidade, transexualíssimo[12]; religião[7]; passando por suspenses psicológicos; apologia a drogas[9]; atração por decapitações e mortes de pessoas[16]; pessoas e atitudes suicidas, trapaças e malandragens como exemplo de conduta moral;  geração de desconfianças nas pessoas; até inúmeros seriados que contam histórias sobrenaturais; ocultismo e afins. Vampiros e zumbis são uma das mais fortes tendências na indústria de Hollywood.

É preocupante a influência que este tipo de entretenimento pode exercer entre os adolescentes. Esse fascínio da cultura digital moderna sem controle e supervisão de pais e educadores está produzindo uma geração inteira de pessoas “potencialmente vulneráveis". Se você tem filho em casa e assina Netflix e/ou assinatura de TV fique alerta. Na classificação de conteúdo as autoridades brasileiras têm tratado temas como bruxaria na mesma categoria de fantasia, o que reduz a faixa-etária.

Mas em tempos modernos como seduzir, atrair e incutir no subconsciente de adultos e crianças desprevenidas ideias em forma de ficção científica? Programas como Vampire Diaries e The Walking Dead, e filmes como Crepúsculo ou Dezesseis Luas estão entre os mais assistidos nos Estados Unidos e também no Brasil.

Literalmente meninas e meninos a partir dos 11 anos de idade estão sendo sugados para este mundo de fantasia onde a morte e perversão espiritual são glamourizadas. Em geral, essas séries e filmes "vendem" através das cenas com belos efeitos especiais e jovens atraentes filosofias distorcidas da realidade. Entramos em um liberalismo desenfreado onde nada é proibido e cada vez mais aceitamos os valores do mundo sem nos dar conta, absorvendo o discurso de vãs filosofias e de cunho anticristão.

Essa nova forma de entretenimento, está gerando mais do que somente uma fascinação, a juventude hoje se tornou fixada nos temas de entretenimento popular como vampiros, fantasmas e bruxas, levando seus interesses ao extremo, moldando a forma de se vestir, se relacionar com as outras pessoas e seus comportamentos. Como resultado os jovens tem trocado esportes ao ar livre pela Internet e jogos; amigos reais por virtuais; trocando o dia por hábitos noturnos e camisas da moda por pentagramas e outros símbolos e amuletos do que gerações anteriores poderiam ter imaginado”.

Estamos presenciando um recente aparecimento em atividade oculta em todo o mundo e está alarmando estudiosos cristãos. Os meios de comunicação, incluindo a Internet, televisão, e outros sistemas de comunicação crianças, jovens e até adultos estão mentalmente alimentando-se de séries de TV e filmes.

A Netflix é uma empresa americana criada por Marc Randolph e Reed Hastings em 1997, na cidade de Scotts Valley, Califórnia. Oferece serviço de TV por Internet a mais de 50 milhões de assinantes distribuídos por mais de 40 países que assistem, mensalmente, a mais de cinco bilhão de horas de filmes, séries de TV e produções originais e as atrações da Netflix juntas possuíam 14 indicações na premiação, que escolhe os melhores da TV americana. Em troca de uma mensalidade mais acessível, o assinante pode assistir, pausar e voltar a assistir a filmes e séries, quando e onde quiser, em praticamente qualquer tela com conexão à Internet, sem intervalos comerciais.

Até ai tudo bem, o problema não está na forma mas na seleção estratégica dos conteúdos disponibilizados. Os títulos disponíveis na Netflix geram a falsa sensação de que o conteúdo é geralmente guiam as pessoas a escolher entre o pior e mais ruim ainda.

A empresa não interfere no conteúdo das séries. Se o roteiro for aprovado, vão direto para a etapa de produção, eliminando o tradicional processo de desenvolvimento, em que a série tem de se adaptar ao estúdio.

Não por acaso, o Brasil se tornou o primeiro país da América do Sul a receber o serviço. Nos Estados Unidos, a Netflix já é responsável por 30% do tráfego da Internet no país, segundo alguns estudos. Nos mercados internacionais, a empresa não abre os números por país e também diferentemente dos grandes estúdios a Netflix se recusa a divulgar seus dados sobre audiência. (algo bem estranho)

Atualmente 476 séries de tv estão disponíveis aqui no Brasil para serem assistidas através do Netflix. Abaixo lista das séries e filmes estrategicamente disponibilizados no Netflix que contribuem para a destruição completa dos valores cristãos.
Com slogan "Com a Netflix, você tem o controle." O que de fato acontece pode ser sintetizado no slogan "Com a Netflix nós de moldamos". O objetivo é claro: Cegar o entendimento das pessoas e conquistar o consumidor jovem que quer ver o filme na hora que quer. Mais não simplesmente conquistar por conquistar, fazer com que passem muitas 
horas das suas vidas conectadas e totalmente imersas nesse tipo de entretenimento. Disputar a preferência do consumidor oferecendo produtos à altura.

Hoje os executivos do mercado de TV por assinatura investem cifras de dinheiro não para competir com outras operadoras de TV por assinaura mas, sim, para competir com a Netflix. Em agosto de 2013, ao apresentar o relatório trimestral da Netflix, o presidente da Netflix, Reed Hastings, destacou o crescimento de assinantes no exterior. E disse que o foco agora é "como crescer internacionalmente, como melhorar o conteúdo", o que levou à decisão de dedicar "todo o lucro" da operação norte-americana aos outros países.
A Netflix assinou contrato com a Disney para produzir quatro séries originais de super-heróis do universo da Marvel. A Netflix contará com quatro séries exclusivas, cada uma com treze episódios, 
centradas nos personagens Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, tidos como integrantes do segundo escalão do universo da editora criada por Stan Lee. Todas as séries terão atores reais, e não desenhos animados, como foi cogitado anteriormente. A previsão é de que todas as atrações estreiem em 2015.Em um recente acordo assinado entre a produtora DreamWorks Animation, estúdio fundado por Steven Spielberg e a Netflix que pretende criar até 300 horas de programação inédita.

Nós cristãos fomos “chamados para ser fiéis testemunhas” e que “pertencemos a outro reino”. Não fique de braços cruzados nem abandone seus ideais. “Sigam firmes ao transmitir a ideia de quem é Jesus. Levantem-se, sacudam a poeira e comecem a divulgar e falar com amigos, parentes e vizinhos sobre o assunto”. Será que é toda pessoa que possui discernimento do que ficção e dos valores que estão sendo passados nas séries?

Até quando vamos continuar fazendo o que queremos e assim assumindo um terrível risco de perderem a salvação.São muitas evidências dos cumprimentos das escrituras. E uma situação é verdade. Nunca vi tanta teologia em séries e filmes sendo pregada em nossos tempos.

Vivemos um cristianismo nominal, meramente cultural e a Igreja de hoje aceita com permissividades ideias que a um século seriam impensáveis, como sexo antes do casamento, divórcio, prostituição e coabitação. A homossexualidade e o aborto em breve sejam também incorporados e aceitos?

A grande verdade é que temos um povo que continua defendendo e proclamando o verdadeiro evangelho. Vocês não acham que viemos aqui para ficar ouvindo música cristã até Jesus voltar, não é?

Breve resumo do conteúdo que crianças e jovens estão consumindo e os pais nem tem ideia do perigo dentro de casa:

  1. The Walking Dead >> Zumbis dominam o mundo dos vivos, e os sobreviventes unem forças para manter viva a raça humana.
  2. Além da Eternidade >>  fala sobre um piloto bombeiro que morre e se torna anjo da guarda do novo piloto.
  3. Sense8 >> fala sobre oito pessoas que vivem em continentes diferentes que vivem suas vidas como uma só. São pessoas comuns, resnascidas com um mesmo inimigo e destino.
  4. Menina má.com >> uma menina adolescente que se relaciona com um homem adulto mais velho que ela conheceu online.
  5. Super 8 >> história sobrenatural de seis jovens que testemunham algo incrível enquanto estão gravando um filme com uma câmera Super 8.
  6. Malévola >> o título em inglês, “Maleficent”, significa “fazer o mal, causar dano”. no filme, a “bruxa” é retratada como alguém que, “na verdade começou como uma linda menina, o maior e mais belo dos seres celestiais, até que o rei mal nesta história tirou suas asas e lançou-a para a terra”. A partir desse ponto, “consumida pelo desejo de vingança, ela se torna uma rainha pagã sobre o mundo sobrenatural, auxiliada por seus criados, incluindo ‘Balthazar’ (o último rei da Babilônia, de acordo com o livro de Daniel na Bíblia) e ‘Diablo’, e torna seu objetivo de vida vingar-se do rei amaldiçoando e destruindo seu filho”. o filme é uma “propaganda fedorenta do inferno”.
  7. Deus não está morto >> divulga os principais nomes dos renomados ateus da atualidade e o pensam.
  8. Breaking Bad >> um professor químico que descobre que tem câncer no pulmão e procura uma maneira desleal de deixar dinheiro à família composta por uma mulher grávida e um filho com problemas de saúde. Para isso, junto seu ex-aluno viciado em drogas, ele começa a produzir metanfetamina para vender ao tráfico de drogas.
  9. Weeds - uma mulher de classe média alta que, após perder repentinamente o marido, começa a vender maconha para sustentar os filhos e manter o nível social.
  10. Orphan Black  >> testemunha o suicídio de uma mulher que parece ser sua sósia. Em busca de respostas, ela acaba assumindo a identidade, a conta bancária e o namorado da morta e precisa ser cautelosa para não ser descoberta.
  11. Dexter >> faz justiça com as próprias mãos. Considerado um sociopata, de um modo bem meticuloso, ele mata os criminosos que a polícia não consegue pegar usando o “Código de Harry”, um apanhado de regras desenvolvido por seu pai adotivo.
  12. Orange is the New Black  >> com elenco todo feminino, apresenta a história de uma mulher que está noiva e é presa por carregar uma mala de dinheiro de uma traficante internacional que foi sua namorada há dez anos. A série aborda questões como homossexualidade, bissexualidade, gravidez na prisão, transexualíssimo, religião, política das penitenciárias e muito mais.
  13. Vampire Diaries
  14. Crepúsculo
  15. Lost - ilha deserta cheia de mistérios que mistura espiritismo 
  16. Game of thrones sangue, mortes, traições e etc...
  17. Supernatural
  18. Fringe
  19. Além da escuridão Star Trek >> defende os valores e cultura de Ovnis e extraterrestres.
  20. Undercover



A 'visão científica do mundo'

29 de Janeiro de 2016, 3:51, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

Quando somos confrontados com o assunto do cosmos e galáxias, uma questão que atormenta a maior parte dos humanos é: Onde é que estão as outras Terras e qual a nossa relação com a pluralidade de mundos? 
Essa visão está fortemente alicerçada nos princípios da astronomia, parte do pressuposto de que é impossível conhecer objetivamente nosso mundo tal como ele é na realidade de forma isolada (afinal não estamos sozinhos e isso faz toda uma diferença), e por isso, é vital e imprescindível os esforços para atingir o universo e lidar com a sua complexidade em todos os seus níveis.


Os defensores dessa crença reconhecem que existem uma enorme variedade de planetas, potencialmente habitável (com condições parecidas de temperatura, que possuem água líquida e que foi desenvolvida vida inteligente similar à da Terra) estima-se um total de 100 bilhões de bilhões de planetas similares à Terra e se isso for verdade, cada grão de areia representaria um planeta com vida, segundo um recente estudo da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América - PNAS.

A grande questão é: No que as nossas vidas seriam beneficiadas com esse conhecimento? Quais as implicações práticas para a nossa humanidade da pluralidade dos mundos?  É bom lembrar que várias gerações de pessoas viveram plenamente sem esse conhecimento, considerado crucial, antes da invenção da escrita, ocorrida, aproximadamente em 5000 a.c.. Não estamos falando aqui da raça humana colonizar outros planetas. Esse é outro assunto e que alguns cientistas estudam essa opção como uma alternativa (supondo que a humanidade destrua a si própria) e seria a nossa última esperança de sobrevivência em meio ao mundo cada vez mais caótico que vivemos com armas de destruição em massa. Concordo que do jeito que as coisas andam pensar em nos transferir para outro planeta passa a ser uma questão urgente mais do que nunca. Agora quando o assunto é vida inteligente lá fora acho até mais razoável procurar vida inteligente no mundo subaquático que ainda não foram catalogados todas as formas de vida. Mas, como disse antes não podemos misturar assuntos distintos: vida inteligente fora do planeta Terra existência e colonização de outros planetas pela raça humana, pois são assuntos distintos. Ocorre que os cientistas não conseguem dissociar uma coisa da outra aí consiste o erro.

Há uma probabilidade matemática de que, entre os trilhões de estrelas nos bilhões de galáxias, existam milhões de planetas análogos em idade e com proximidade a uma estrela como a do nosso sol. É verdade que, até bem recentemente [janeiro de 1996], não tinha havido nenhuma prova observacional significativa nem mesmo de que existisse algum planeta fora do nosso sistema solar. Apesar disso, o fato concreto é que nossa parte do universo foi criada de uma forma completamente singular quando comparamos ao já se pôde descobrir, e quanto mais nosso conhecimento aumenta mais constatamos que realmente somos especiais, basta enxergar os fatos. Sendo assim, devem existir planetas, e luas, e asteróides, etc., em todas as galáxias e ao redor de muitas das estrelas nessas galáxias. Logo, parece alta a probabilidade de que haja vida em algum outro lugar do universo, embora seja possível que sejamos únicos, no mínimo já temos elementos suficientes para concluir que somos especiais diante de uma imensidão sem vida alguma, nem sequer a bactéria mais resistente sobreviver no espaço cósmico e dos milhares de planetas conhecidos estar provado não existir vida, a doutrina da pluralidade de mundos tem arrebanhado uma legião de fiéis comprometidos em enraizar seus conceitos e libertar as pessoas das amarras da ignorância.  


Não devemos nos esquecer, no entanto, de que a estrela mais próxima (além do nosso sol) está tão distante da Terra que viajar entre as duas levaria mais tempo que toda uma vida humana. O fato de que nosso sol leve cerca de 200 milhões de anos para dar uma volta na Via Láctea, dá uma ideia da perspectiva que temos que ter das viagens interestelares. Estamos a 500 segundos-luz do sol. A próxima estrela em proximidade da Terra está a 4,3 anos-luz. Isso pode parecer próximo, mas na verdade é algo como 40 trilhões de km de distância. Mesmo viajando a 1,6 milhões de km/h, seriam precisos mais de 2.500 anos para se chegar lá. Para se fazer isso em cinqüenta anos, seria preciso viajar a mais de 1,6 bilhões de km/h por toda a viagem. E ainda gastamos grande parte do nosso tempo escasso a divagar, conjecturar, dedicar toda uma vida em detrimento de outros assuntos muitos mais importantes, anseios e problemas reais presentes em nossa família, sociedade e mundo.

A correlação entre x(universo infinito) e y(outras formas de vida) não é uma condição suficiente para a crença racional de que x causa y. Mesmo uma correlação estatisticamente significativa entre x e y não é uma condição suficiente para uma crença racional numa correlação causal, muito menos para a crença de que x causa y. Correlação não prova causalidade. Embora não prove, a correlação é extremamente atraente para os defensores da "metodologia científica explica tudo". O pressuposto de que "o macroscópico é complexo" e tão ou mais importante ao ponto de merecer ser estudado independentemente de qualquer resultado concreto para a humanidade e de que as coisas vistas e vividas no "cotidiano terreno é simplista" e por isso insuficiente, decorrem, entre outras coisas, essa abordagem da realidade.

Quero deixar claro que não sou contra aos programas de exploração espacial e jornadas inter-galácticas, muito pelo contrário, porém tenho algumas objeções. O conceito de viagem espacial precisa ser estudado com muito cuidado haja vista que alguns metidos a sabetudos o distorcem visando a segregação total da ciência de Deus como se fossem antagônicos. Não há como nega que existe uma tensão inerente entre nossa ambição espacial e antes de tudo humana de indepedência e os princípios imutáveis da palavra de Deus. Por mais absurdo que pareça, a ciência (incluindo as viagens espaciais) e a palavra de Deus andam juntas desde que o homem aprendeu a utilizá-la a seu favor.

Ao conversar sobre este assunto imediatamente é levantado comparativos entre as doutrinas da Criação versus as doutrinas da evolução. Faz parte dessa perspectiva também a atitude ou-ou, que, de acordo com a lógica, classifica os objetos, não permitindo que um mesmo objeto pertença a duas categorias diferentes, numa espécie de jogo "escolha uma e ignore totalmente a outra". Estaria a doutrina da evolução totalmente errada e vice-versa que nada possa ser aproveitado? Dessa forma criam-se os especialistas, aqueles que tem um acesso privilegiado ao conhecimento, estabelecendo-se uma hierarquia do saber. E se uma complementasse a outra? 

Veja bem, tende por um momento considerar a ciência como sendo um dos instrumentos da humanidade que elucida e explica a obra de Deus e não é seu intuito desfazê-la ou contrariá-la. Essas duas esferas do cosmos humano coexistem de forma impressionante e o simples fato de elas interagirem, não significa que temos que ser ateus ou agnósticos para ser um bom cientista. Aliás, esse é outro assunto também, o melhor perfil nesse caso se encaixaria num estudioso e eterno aprendiz, coisa totalmente diferente do pregado atualmente por essas mentes brilhantes, avarentos, egocêntricos e cheios de si.

A ideia de vários planetas, alguns dos quais potencialmente habitados; múltiplas versões da realidade; desvinculação do tempo e espaço; da noção de inconsciente (o que inclui a freudiana); dos estudos de física subatômica (onde se encontram as forças que compõem todo o universo) passando por formas de vida alienígenas e sem considerar o ponto de vista do observador ou um grupo de observadores constituem as crenças mais básicas da doutrina da pluralidade dos mundos, que tem como representantes cientistas, pesquisadores, filósofos e intelectuais de vários campos. O fato de que uma pessoa tenha P.H.D, seja agradável e decente, e que não tenha nada a ganhar mentindo, não a torna imune a errar na interpretação de suas percepções. Ligados a esse pressuposto estão a crença na indeterminação - com a consequente imprevisibilidade dos fenômenos.

Essa é mais uma teoria reducionista que afirma de que tudo que existe é feito de um o determinado número de fenômenos e substâncias básicas que se comportam de forma regular. Estamos vivendo na era do "reducionismo científico" que tem sido usado para descrever a ideia de que todos os fenômenos podem ser reduzidos a explicações científicas. Herdado dos filósofos da Revolução Científica do século XVII, como Isaacr Newton e outros. Esse paradigma também leva à separação dos fenômenos: os físicos dos biológicos, estes dos psicológicos, dos culturais, etc., numa atitude de atomização científica. 

Seria a ciência o novo deus da nossa geração? O oráculo e dono das respostas aos questionamentos mais melindrosos da humanidade? Vejamos...

Ciência é, antes de mais nada, um conjunto de métodos lógicos e empíricos que permitem a observação sistemática de fenômenos empíricos, a fim de compreendê-los. Leva o cientista a estudar os fenômenos em laboratório, onde pode variar os fatores um de cada vez, exercendo controle sobre as outras variáveis. Assim, ele provoca a natureza para que explicite, sem ambiguidade, as leis a que está submetida, confirmando ou não suas hipóteses. Devido ao conhecimento do cosmos e aos avanços tecnológicos e da ciência estaria nossa geração vivenciando o ponto mais importante de todos os períodos históricos anteriores da humanidade?

Está mais do que claro que a racionalidade científica, como exposto, não oferece parâmetros suficientes para elucidar questões triviais quem dirá para salvar a humanidade e por isso deve ser desenvolvida de forma interdisciplinar conjuntamente com outros conhecimentos, como por exemplo, biologia, medicina e ciências humanas. Isto se deve em grande parte à limitação do método científico. Resumindo: a ciência procura estudar o universo para conhecê-lo ou saber como funciona ao custo de toda uma geração achando que com isso tornará o nosso mundo, planeta Terra melhor. Será que conseguirá cumprir esse objetivo?




Interação e contato com ser humano acima de tudo ...

6 de Janeiro de 2016, 18:19, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda





O lado obscuro das séries de TV e filmes.

6 de Dezembro de 2015, 2:46, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

Reflexões sobre perigos de séries de TV e filmes e seu lado obscuro.

Cresce em escala mundial, via TV, protagonizado pela ascensão de serviços de streaming de vídeo sob demanda, a chamada “guerra cultural” provocando o colapso dos valores cristãos e a depravação dos valores tradicionais.

Quem nunca foi questionado ... Qual série você está assistindo? Você assina o Netflix? Já assistiu a série tal? Seriados são pequenos contos da vida como ela é. Assisti-los é oferecermos a nós mesmos um momento em que deixamos de prestar a atenção em nossa própria vida para acompanhar a trajetória de outras pessoas - mesmo que travestidas de ficção.

Estamos falando de séries que falam de criaturas misteriosamente fortes e eternas[1]; heróis consagrados assumindo papel de vilões; busca implacável pelo poder; justiça com as próprias mãos[11]; homossexualidade, bissexualidade, transexualíssimo[12]; religião[7]; passando por suspenses psicológicos; apologia a drogas[9]; atração por decapitações e mortes de pessoas[16]; pessoas e atitudes suicidas, trapaças e malandragens como exemplo de conduta moral;  geração de desconfianças nas pessoas; até inúmeros seriados que contam histórias sobrenaturais; ocultismo e afins. Vampiros e zumbis são uma das mais fortes tendências na indústria de Hollywood.

É preocupante a influência que este tipo de entretenimento pode exercer entre os adolescentes. Esse fascínio da cultura digital moderna sem controle e supervisão de pais e educadores está produzindo uma geração inteira de pessoas “potencialmente vulneráveis". Se você tem filho em casa e assina Netflix e/ou assinatura de TV fique alerta. Na classificação de conteúdo as autoridades brasileiras têm tratado temas como bruxaria na mesma categoria de fantasia, o que reduz a faixa-etária.

Mas em tempos modernos como seduzir, atrair e incutir no subconsciente de adultos e crianças desprevenidas ideias em forma de ficção científica? Programas como Vampire Diaries e The Walking Dead, e filmes como Crepúsculo ou Dezesseis Luas estão entre os mais assistidos nos Estados Unidos e também no Brasil.

Literalmente meninas e meninos a partir dos 11 anos de idade estão sendo sugados para este mundo de fantasia onde a morte e perversão espiritual são glamourizadas. Em geral, essas séries e filmes "vendem" através das cenas com belos efeitos especiais e jovens atraentes filosofias distorcidas da realidade. Entramos em um liberalismo desenfreado onde nada é proibido e cada vez mais aceitamos os valores do mundo sem nos dar conta, absorvendo o discurso de vãs filosofias e de cunho anticristão.

Essa nova forma de entretenimento, está gerando mais do que somente uma fascinação, a juventude hoje se tornou fixada nos temas de entretenimento popular como vampiros, fantasmas e bruxas, levando seus interesses ao extremo, moldando a forma de se vestir, se relacionar com as outras pessoas e seus comportamentos. Como resultado os jovens tem trocado esportes ao ar livre pela Internet e jogos; amigos reais por virtuais; trocando o dia por hábitos noturnos e camisas da moda por pentagramas e outros símbolos e amuletos do que gerações anteriores poderiam ter imaginado”.

Estamos presenciando um recente aparecimento em atividade oculta em todo o mundo e está alarmando estudiosos cristãos. Os meios de comunicação, incluindo a Internet, televisão, e outros sistemas de comunicação crianças, jovens e até adultos estão mentalmente alimentando-se de séries de TV e filmes.

A Netflix é uma empresa americana criada por Marc Randolph e Reed Hastings em 1997, na cidade de Scotts Valley, Califórnia. Oferece serviço de TV por Internet a mais de 50 milhões de assinantes distribuídos por mais de 40 países que assistem, mensalmente, a mais de cinco bilhão de horas de filmes, séries de TV e produções originais e as atrações da Netflix juntas possuíam 14 indicações na premiação, que escolhe os melhores da TV americana. Em troca de uma mensalidade mais acessível, o assinante pode assistir, pausar e voltar a assistir a filmes e séries, quando e onde quiser, em praticamente qualquer tela com conexão à Internet, sem intervalos comerciais.

Até ai tudo bem, o problema não está na forma mas na seleção estratégica dos conteúdos disponibilizados. Os títulos disponíveis na Netflix geram a falsa sensação de que o conteúdo é geralmente guiam as pessoas a escolher entre o pior e mais ruim ainda.

A empresa não interfere no conteúdo das séries. Se o roteiro for aprovado, vão direto para a etapa de produção, eliminando o tradicional processo de desenvolvimento, em que a série tem de se adaptar ao estúdio.

Não por acaso, o Brasil se tornou o primeiro país da América do Sul a receber o serviço. Nos Estados Unidos, a Netflix já é responsável por 30% do tráfego da Internet no país, segundo alguns estudos. Nos mercados internacionais, a empresa não abre os números por país e também diferentemente dos grandes estúdios a Netflix se recusa a divulgar seus dados sobre audiência. (algo bem estranho)

Atualmente 476 séries de tv estão disponíveis aqui no Brasil para serem assistidas através do Netflix. Abaixo lista das séries e filmes estrategicamente disponibilizados no Netflix que contribuem para a destruição completa dos valores cristãos.

  1. The Walking Dead >> Zumbis dominam o mundo dos vivos, e os sobreviventes unem forças para manter viva a raça humana.
  2. Além da Eternidade >>  fala sobre um piloto bombeiro que morre e se torna anjo da guarda do novo piloto.
  3. Sense8 >> fala sobre oito pessoas que vivem em continentes diferentes que vivem suas vidas como uma só. São pessoas comuns, resnascidas com um mesmo inimigo e destino.
  4. Menina má.com >> uma menina adolescente que se relaciona com um homem adulto mais velho que ela conheceu online.
  5. Super 8 >> história sobrenatural de seis jovens que testemunham algo incrível enquanto estão gravando um filme com uma câmera Super 8.
  6. Malévola >> o título em inglês, “Maleficent”, significa “fazer o mal, causar dano”. no filme, a “bruxa” é retratada como alguém que, “na verdade começou como uma linda menina, o maior e mais belo dos seres celestiais, até que o rei mal nesta história tirou suas asas e lançou-a para a terra”. A partir desse ponto, “consumida pelo desejo de vingança, ela se torna uma rainha pagã sobre o mundo sobrenatural, auxiliada por seus criados, incluindo ‘Balthazar’ (o último rei da Babilônia, de acordo com o livro de Daniel na Bíblia) e ‘Diablo’, e torna seu objetivo de vida vingar-se do rei amaldiçoando e destruindo seu filho”. o filme é uma “propaganda fedorenta do inferno”.
  7. Deus não está morto >> divulga os principais nomes dos renomados ateus da atualidade e o pensam.
  8. Breaking Bad >> um professor químico que descobre que tem câncer no pulmão e procura uma maneira desleal de deixar dinheiro à família composta por uma mulher grávida e um filho com problemas de saúde. Para isso, junto seu ex-aluno viciado em drogas, ele começa a produzir metanfetamina para vender ao tráfico de drogas.
  9. Weeds - uma mulher de classe média alta que, após perder repentinamente o marido, começa a vender maconha para sustentar os filhos e manter o nível social.
  10. Orphan Black  >> testemunha o suicídio de uma mulher que parece ser sua sósia. Em busca de respostas, ela acaba assumindo a identidade, a conta bancária e o namorado da morta e precisa ser cautelosa para não ser descoberta.
  11. Dexter >> faz justiça com as próprias mãos. Considerado um sociopata, de um modo bem meticuloso, ele mata os criminosos que a polícia não consegue pegar usando o “Código de Harry”, um apanhado de regras desenvolvido por seu pai adotivo.
  12. Orange is the New Black  >> com elenco todo feminino, apresenta a história de uma mulher que está noiva e é presa por carregar uma mala de dinheiro de uma traficante internacional que foi sua namorada há dez anos. A série aborda questões como homossexualidade, bissexualidade, gravidez na prisão, transexualíssimo, religião, política das penitenciárias e muito mais.
  13. Vampire Diaries
  14. Crepúsculo
  15. Lost - ilha deserta cheia de mistérios
  16. Game of thrones
  17. Supernatural
  18. Fringe
  19. Além da escuridão Star Trek >> defende os valores e cultura de Ovnis e extraterrestres.
  20. Undercover


Com slogan "Com a Netflix, você tem o controle." O que de fato acontece pode ser sintetizado no slogan "Com a Netflix nós de moldamos". O objetivo é claro: Cegar o entendimento das pessoas e conquistar o consumidor jovem que quer ver o filme na hora que quer. Mais não simplesmente conquistar por conquistar, fazer com que passem muitas
horas das suas vidas conectadas e totalmente imersas nesse tipo de entretenimento. Disputar a preferência do consumidor oferecendo produtos à altura.

Hoje os executivos do mercado de TV por assinatura investem cifras de dinheiro não para competir com outras operadoras de TV por assinaura mas, sim, para competir com a Netflix. Em agosto de 2013, ao apresentar o relatório trimestral da Netflix, o presidente da Netflix, Reed Hastings, destacou o crescimento de assinantes no exterior. E disse que o foco agora é "como crescer internacionalmente, como melhorar o conteúdo", o que levou à decisão de dedicar "todo o lucro" da operação norte-americana aos outros países.


A Netflix assinou contrato com a Disney para produzir quatro séries originais de super-heróis do universo da Marvel. A Netflix contará com quatro séries exclusivas, cada uma com treze episódios, centradas nos personagens Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, tidos como integrantes do segundo escalão do universo da editora criada por Stan Lee. Todas as séries terão atores reais, e não desenhos animados, como foi cogitado anteriormente. A previsão é de que todas as atrações estreiem em 2015.



Em um recente acordo assinado entre a produtora DreamWorks Animation, estúdio fundado por Steven Spielberg e a Netflix que pretende criar até 300 horas de programação inédita.

Nós cristãos fomos “chamados para ser fiéis testemunhas” e que “pertencemos a outro reino”. Não fique de braços cruzados nem abandone seus ideais. “Sigam firmes ao transmitir a ideia de quem é Jesus. Levantem-se, sacudam a poeira e comecem a divulgar e falar com amigos, parentes e vizinhos sobre o assunto”. Será que é toda pessoa que possui discernimento do que ficção e dos valores que estão sendo passados nas séries?

Até quando vamos continuar fazendo o que queremos e assim assumindo um terrível risco de perderem a salvação.São muitas evidências dos cumprimentos das escrituras. E uma situação é verdade. Nunca vi tanta teologia em séries e filmes sendo pregada em nossos tempos.

Vivemos um cristianismo nominal, meramente cultural e a Igreja de hoje aceita com permissividades ideias que a um século seriam impensáveis, como sexo antes do casamento, divórcio, prostituição e coabitação. A homossexualidade e o aborto em breve sejam também incorporados e aceitos?

A grande verdade é que temos um povo que continua defendendo e proclamando o verdadeiro evangelho. Vocês não acham que viemos aqui para ficar ouvindo música cristã até Jesus voltar, não é?


Reflexões sobre perigos de séries de TV e filmes e seu lado obscuro.

6 de Dezembro de 2015, 2:46, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

O lado obscuro das séries de TV e filmes.

Cresce em escala mundial, via TV, protagonizado pela ascensão de serviços de streaming de vídeo sob demanda, a chamada “guerra cultural” provocando o colapso dos valores cristãos e a depravação dos valores tradicionais.

Quem nunca foi questionado ... Qual série você está assistindo? Você assina o Netflix? Já assistiu a série tal? Seriados são pequenos contos da vida como ela é. Assisti-los é oferecermos a nós mesmos um momento em que deixamos de prestar a atenção em nossa própria vida para acompanhar a trajetória de outras pessoas - mesmo que travestidas de ficção.

Estamos falando de séries que falam de criaturas misteriosamente fortes e eternas[1]; heróis consagrados assumindo papel de vilões; busca implacável pelo poder; justiça com as próprias mãos[11]; homossexualidade, bissexualidade, transexualíssimo[12]; religião[7]; passando por suspenses psicológicos; apologia a drogas[9]; atração por decapitações e mortes de pessoas[16]; pessoas e atitudes suicidas, trapaças e malandragens como exemplo de conduta moral;  geração de desconfianças nas pessoas; até inúmeros seriados que contam histórias sobrenaturais; ocultismo e afins. Vampiros e zumbis são uma das mais fortes tendências na indústria de Hollywood.

É preocupante a influência que este tipo de entretenimento pode exercer entre os adolescentes. Esse fascínio da cultura digital moderna sem controle e supervisão de pais e educadores está produzindo uma geração inteira de pessoas “potencialmente vulneráveis". Se você tem filho em casa e assina Netflix e/ou assinatura de TV fique alerta. Na classificação de conteúdo as autoridades brasileiras têm tratado temas como bruxaria na mesma categoria de fantasia, o que reduz a faixa-etária.

Mas em tempos modernos como seduzir, atrair e incutir no subconsciente de adultos e crianças desprevenidas ideias em forma de ficção científica? Programas como Vampire Diaries e The Walking Dead, e filmes como Crepúsculo ou Dezesseis Luas estão entre os mais assistidos nos Estados Unidos e também no Brasil.

Literalmente meninas e meninos a partir dos 11 anos de idade estão sendo sugados para este mundo de fantasia onde a morte e perversão espiritual são glamourizadas. Em geral, essas séries e filmes "vendem" através das cenas com belos efeitos especiais e jovens atraentes filosofias distorcidas da realidade. Entramos em um liberalismo desenfreado onde nada é proibido e cada vez mais aceitamos os valores do mundo sem nos dar conta, absorvendo o discurso de vãs filosofias e de cunho anticristão.

Essa nova forma de entretenimento, está gerando mais do que somente uma fascinação, a juventude hoje se tornou fixada nos temas de entretenimento popular como vampiros, fantasmas e bruxas, levando seus interesses ao extremo, moldando a forma de se vestir, se relacionar com as outras pessoas e seus comportamentos. Como resultado os jovens tem trocado esportes ao ar livre pela Internet e jogos; amigos reais por virtuais; trocando o dia por hábitos noturnos e camisas da moda por pentagramas e outros símbolos e amuletos do que gerações anteriores poderiam ter imaginado”.

Estamos presenciando um recente aparecimento em atividade oculta em todo o mundo e está alarmando estudiosos cristãos. Os meios de comunicação, incluindo a Internet, televisão, e outros sistemas de comunicação crianças, jovens e até adultos estão mentalmente alimentando-se de séries de TV e filmes.

A Netflix é uma empresa americana criada por Marc Randolph e Reed Hastings em 1997, na cidade de Scotts Valley, Califórnia. Oferece serviço de TV por Internet a mais de 50 milhões de assinantes distribuídos por mais de 40 países que assistem, mensalmente, a mais de cinco bilhão de horas de filmes, séries de TV e produções originais e as atrações da Netflix juntas possuíam 14 indicações na premiação, que escolhe os melhores da TV americana. Em troca de uma mensalidade mais acessível, o assinante pode assistir, pausar e voltar a assistir a filmes e séries, quando e onde quiser, em praticamente qualquer tela com conexão à Internet, sem intervalos comerciais.

Até ai tudo bem, o problema não está na forma mas na seleção estratégica dos conteúdos disponibilizados. Os títulos disponíveis na Netflix geram a falsa sensação de que o conteúdo é geralmente guiam as pessoas a escolher entre o pior e mais ruim ainda.

A empresa não interfere no conteúdo das séries. Se o roteiro for aprovado, vão direto para a etapa de produção, eliminando o tradicional processo de desenvolvimento, em que a série tem de se adaptar ao estúdio.

Não por acaso, o Brasil se tornou o primeiro país da América do Sul a receber o serviço. Nos Estados Unidos, a Netflix já é responsável por 30% do tráfego da Internet no país, segundo alguns estudos. Nos mercados internacionais, a empresa não abre os números por país e também diferentemente dos grandes estúdios a Netflix se recusa a divulgar seus dados sobre audiência. (algo bem estranho)

Atualmente 476 séries de tv estão disponíveis aqui no Brasil para serem assistidas através do Netflix. Abaixo lista das séries e filmes estrategicamente disponibilizados no Netflix que contribuem para a destruição completa dos valores cristãos.

  1. The Walking Dead >> Zumbis dominam o mundo dos vivos, e os sobreviventes unem forças para manter viva a raça humana.
  2. Além da Eternidade >>  fala sobre um piloto bombeiro que morre e se torna anjo da guarda do novo piloto.
  3. Sense8 >> fala sobre oito pessoas que vivem em continentes diferentes que vivem suas vidas como uma só. São pessoas comuns, resnascidas com um mesmo inimigo e destino.
  4. Menina má.com >> uma menina adolescente que se relaciona com um homem adulto mais velho que ela conheceu online.
  5. Super 8 >> história sobrenatural de seis jovens que testemunham algo incrível enquanto estão gravando um filme com uma câmera Super 8.
  6. Malévola >> o título em inglês, “Maleficent”, significa “fazer o mal, causar dano”. no filme, a “bruxa” é retratada como alguém que, “na verdade começou como uma linda menina, o maior e mais belo dos seres celestiais, até que o rei mal nesta história tirou suas asas e lançou-a para a terra”. A partir desse ponto, “consumida pelo desejo de vingança, ela se torna uma rainha pagã sobre o mundo sobrenatural, auxiliada por seus criados, incluindo ‘Balthazar’ (o último rei da Babilônia, de acordo com o livro de Daniel na Bíblia) e ‘Diablo’, e torna seu objetivo de vida vingar-se do rei amaldiçoando e destruindo seu filho”. o filme é uma “propaganda fedorenta do inferno”.
  7. Deus não está morto >> divulga os principais nomes dos renomados ateus da atualidade e o pensam.
  8. Breaking Bad >> um professor químico que descobre que tem câncer no pulmão e procura uma maneira desleal de deixar dinheiro à família composta por uma mulher grávida e um filho com problemas de saúde. Para isso, junto seu ex-aluno viciado em drogas, ele começa a produzir metanfetamina para vender ao tráfico de drogas.
  9. Weeds - uma mulher de classe média alta que, após perder repentinamente o marido, começa a vender maconha para sustentar os filhos e manter o nível social.
  10. Orphan Black  >> testemunha o suicídio de uma mulher que parece ser sua sósia. Em busca de respostas, ela acaba assumindo a identidade, a conta bancária e o namorado da morta e precisa ser cautelosa para não ser descoberta.
  11. Dexter >> faz justiça com as próprias mãos. Considerado um sociopata, de um modo bem meticuloso, ele mata os criminosos que a polícia não consegue pegar usando o “Código de Harry”, um apanhado de regras desenvolvido por seu pai adotivo.
  12. Orange is the New Black  >> com elenco todo feminino, apresenta a história de uma mulher que está noiva e é presa por carregar uma mala de dinheiro de uma traficante internacional que foi sua namorada há dez anos. A série aborda questões como homossexualidade, bissexualidade, gravidez na prisão, transexualíssimo, religião, política das penitenciárias e muito mais.
  13. Vampire Diaries
  14. Crepúsculo
  15. Lost - ilha deserta cheia de mistérios
  16. Game of thrones
  17. Supernatural
  18. Fringe
  19. Além da escuridão Star Trek >> defende os valores e cultura de Ovnis e extraterrestres.
  20. Undercover


Com slogan "Com a Netflix, você tem o controle." O que de fato acontece pode ser sintetizado no slogan "Com a Netflix nós de moldamos". O objetivo é claro: Cegar o entendimento das pessoas e conquistar o consumidor jovem que quer ver o filme na hora que quer. Mais não simplesmente conquistar por conquistar, fazer com que passem muitas
horas das suas vidas conectadas e totalmente imersas nesse tipo de entretenimento. Disputar a preferência do consumidor oferecendo produtos à altura.

Hoje os executivos do mercado de TV por assinatura investem cifras de dinheiro não para competir com outras operadoras de TV por assinaura mas, sim, para competir com a Netflix. Em agosto de 2013, ao apresentar o relatório trimestral da Netflix, o presidente da Netflix, Reed Hastings, destacou o crescimento de assinantes no exterior. E disse que o foco agora é "como crescer internacionalmente, como melhorar o conteúdo", o que levou à decisão de dedicar "todo o lucro" da operação norte-americana aos outros países.


A Netflix assinou contrato com a Disney para produzir quatro séries originais de super-heróis do universo da Marvel. A Netflix contará com quatro séries exclusivas, cada uma com treze episódios, centradas nos personagens Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, tidos como integrantes do segundo escalão do universo da editora criada por Stan Lee. Todas as séries terão atores reais, e não desenhos animados, como foi cogitado anteriormente. A previsão é de que todas as atrações estreiem em 2015.



Em um recente acordo assinado entre a produtora DreamWorks Animation, estúdio fundado por Steven Spielberg e a Netflix que pretende criar até 300 horas de programação inédita.

Nós cristãos fomos “chamados para ser fiéis testemunhas” e que “pertencemos a outro reino”. Não fique de braços cruzados nem abandone seus ideais. “Sigam firmes ao transmitir a ideia de quem é Jesus. Levantem-se, sacudam a poeira e comecem a divulgar e falar com amigos, parentes e vizinhos sobre o assunto”. Será que é toda pessoa que possui discernimento do que ficção e dos valores que estão sendo passados nas séries?

Até quando vamos continuar fazendo o que queremos e assim assumindo um terrível risco de perderem a salvação.São muitas evidências dos cumprimentos das escrituras. E uma situação é verdade. Nunca vi tanta teologia em séries e filmes sendo pregada em nossos tempos.

Vivemos um cristianismo nominal, meramente cultural e a Igreja de hoje aceita com permissividades ideias que a um século seriam impensáveis, como sexo antes do casamento, divórcio, prostituição e coabitação. A homossexualidade e o aborto em breve sejam também incorporados e aceitos?

A grande verdade é que temos um povo que continua defendendo e proclamando o verdadeiro evangelho. Vocês não acham que viemos aqui para ficar ouvindo música cristã até Jesus voltar, não é?


Micro gerenciamento: como se livrar da obsessão pelo controle excessivo

11 de Novembro de 2015, 19:02, por Nada é o que parece ser... - 0sem comentários ainda

O micro gerenciamento é uma das práticas gerenciais mais causadoras de desmotivação e estresse e inibidora da criatividade dos trabalhadores. O micro gerenciamento é um estilo de gestão em que o gerente exerce um controle excessivo sobre o trabalho de sua equipe, envolvendo-se demasiadamente com os detalhes de cada tarefa. É claro que o gerente tem a responsabilidade de monitorar o progresso do trabalho, controlar a qualidade, avaliar o desempenho, tomar decisões, dar instruções e fornecer conselhos e orientação. O problema ocorre quando ele ignora as qualificações de sua equipe e se intromete desnecessariamente nos detalhes do trabalho de cada colaborador de forma continuada e obsessiva.

No micro gerenciamento, o gerente prescreve não só o que seus subordinados devem fazer, mas como fazer; ele delega responsabilidade mas não a autoridade, mesmo nas tarefas e decisões mais simples e rotineiras. Normalmente, esta falsa delegação vem acompanhada da exigência de relatórios detalhados e desnecessários. O foco nos resultados é desviado para trivialidades, que só geram ressentimentos e desconfiança e atrapalham a criatividade e a produtividade da equipe. Ter o controle se torna mais importante do que realizar os objetivos e obter resultados. Qualquer ideia inovadora é vista como uma ameaça ao seu status de chefe.

As causas do micro gerenciamento

A prática do micro gerenciamento pode ter várias causas:

Pessoais, como a obsessão pelos detalhes, a insegurança e a dificuldade para lidar com ambiguidades, incertezas e conflitos.
Organizacionais, como a cultura controladora e burocrática, instabilidade no cargo, pressões de tempo e políticas confusas.

Sejam quais forem as causas, o micro gerenciamento acarreta sérios danos ao gerente e aos seus subordinados. O gerente é prejudicado na sua ascensão dentro da organização, pois passa a ser visto como uma pessoa esforçada, mas limitada e sem visão estratégica. Formas severas de micro gerenciamento criam medo dentro da equipe e minam a auto-estima e a criatividade. Torna-se extremamente difícil para a equipe desenvolver suas habilidades, aprender e crescer. O trabalho se torna uma fonte de estresse permanente.

O micro gerenciamento tem cura

O controle excessivo é usualmente feito por chefes que não sabem como gerenciar e que não acreditam que sua equipe seja capaz de realizar as tarefas designadas para ela. Nem sempre é fácil sair desta armadilha de uma hora para outra. Eis aqui um plano para ajudar o micro-gerenciador a mudar seu estilo gerencial de forma progressiva, um passo de cada vez:

1.Conheça sua equipe: no que eles são bons e podem dar conta do trabalho sozinhos, e onde eles realmente precisam de orientação para realizar bem suas tarefas.

2.Defina claramente os resultados desejados e os critérios para avaliação de desempenho.

3.Divida o projeto ou tarefa em etapas e defina os pontos de monitoramento e avaliação dos progressos. Não exagere, deixe espaço para que trabalhem sem interferências desnecessárias.

4.Pergunte onde eles se sentem inseguros e que tipo de ajuda e orientação esperam de você. Não vá além do que necessitam.

5.Ao atingir cada ponto de monitoramento, reúna a equipe e faça a avaliação do desempenho, identificando os acertos e as falhas que precisam ser corrigidas.

6. Não deixe de reconhecer e elogiar seus progressos.

7. Apóie e oriente a equipe na superação de suas deficiências.

8. À medida que for crescendo a confiança na equipe, vá espaçando as etapas e distanciando os pontos de monitoramento. Concentre-se nos pontos realmente críticos.

Com este plano, você se livra do vício do micro gerenciamento em pequenos passos, sem deixá-lo estressado e temeroso de fracassos. Lembre-se sempre que sua equipe fará exatamente aquilo que você acredita que ela seja capaz de fazer. Está em suas mãos torná-la uma equipe desmotivada e medíocre, ou engajada, feliz e altamente produtiva e criativa. Sobretudo, mostre que você é um líder com habilidades de motivar as pessoas e desenvolver suas competências e capaz de enfrentar desafios maiores.

Fonte: http://criatividadeaplicada.com/2010/03/28/micro-gerenciamento-como-se-livrar-da-obsessao-pelo-controle-excessivo/