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Propostas da Sociedade para a INDA (2º ENDA)

24 de Abril de 2014, 7:17 , por Christian Miranda - 55 comentários | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
  • When:de 23 de Abril até 15 de Maio de 2014

Propostas a serem desenvolvidas pelo Ministério do Planejamento em 2014

  1. Transformar bases disponibilizadas por transparência passiva em transparência ativa nos próprios portais

  2. Publicar os dados com uma licença definida

  3. Realizar mais concursos que incentivam a população em utilizar os dados para fazer aplicativos web

  4. Articulação entre INDA e a INDE

  5. Promover a participação social no estudo para licença de dados abertos

  6. Incluir no Plano de Comunicação da INDA ações de sensibilização da comunidade jurídica quanto à licença

  7. Promover ações para a disseminação da Política de Dados Abertos como forma de resgatar a confiança no governo

  8. Reforçar a ação de Dados Abertos junto à opinião pública (TV, imprensa, autoridades públicas)

  9. Conscientizar os responsáveis pela publicação de dados abertos sobre a importância da disponibilização de dados em formato estruturado associados à sua respectiva descrição (metadados e dicionários de dados), bem como a importância de disponibilizar dados em formato bruto ao invés de dados agregados


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    <p style="margin-bottom: 0in;"><span style="font-size: small;">Comentários sobre as propostas desenvolvidas pelo Ministério do Planejamento</span></p> <p style="margin-bottom: 0in;">  </p>

 

Todas as propostas

 

Educação - Everton Alvarenga

  1. A descoberta e o desenvolvimento de dados provindos por exemplo do Censo Educacional (no site do INEP) que subjetivamente influenciam o rendimento escolar ou um índice de educação.

  2. Dar publicidade aos dados coletados no EducaCenso que envolvam aspectos relacionados a infra estrutura (saneamento, pavimentação, etc)

  3. Definição dos insumos que influenciam na qualidade do desempenho escolar. A abertura de dados orçamentários é um instrumento de uso para a sociedade supervisionar onde os recursos estão sendo utilizados pontualmente na escola, município ou estado.

  4. Criação de políticas públicas para possibilitar a criação de API’s (serviços web) para acesso dinâmico aos dados da educação, com isso dados em tempo real podem ser utilizados. Esta abordagem iria desonerar equipes operacionais de produção de dados a serem publicadas em formado aberto.

  5. Realizar mais concursos que incentivam a população em utilizar os dados para fazer aplicativos web.

  6. Fomento e disponibilização de dados do Ensino Técnico, Superior e Pós-Graduação.

  7. Fomento de bolsas de pesquisas (Mestrado, Doutorado) para criação de soluções tecnológicas e indicadores que utilizem dados abertos de infraestrutura, orçamento e etc.

  8. Criar modelo conceitual de dados da educação. Dicionário de conceitos, estrutura de relacionamento, regras e metadados.

  9. Base de dados com a trajetória escolar de cada aluno. Dessa forma, deve-se garantir que bases de dados possam conversar entre si para que esse trajeto possa ser criado. Tal trajetória deve ser criada considerando instituições públicas e privada s(ensino básico e superior).

  10. Definir um conjunto de indicadores (cesta de indicadores) que mensuram diversas perspectivas do processo educacional. Tais indicadores tem de ser construídos de forma equilibrada para evitar políticas educacionais equivocadas.

  11. Realizar a integração de dados educacionais do Sistema ¨S¨ para complementar os indicadores institucionais da educação (Graduacao, Pos-Graduacao, Tecnico-Profissionalizantes, etc)

  12. Fazer o catálogo de bases de dados com um padrão mínimo e dicionário (metadados)

  13. Transformar bases disponibilizadas por transparência passiva em transparência ativa nos próprios portais.

  14. Apontar os pedidos feitos ao órgão (sem identificação do requerente)

  15. Necessidade do governo fomentar inciativas de educação para a participação cidadã e para uso dados

  16. Criar portal para disponibilização de dados que possibilitem o acompanhamento da comunidade escolar (Índice do Ideb, Estrutura física, Existência de Conselho de Classe, Grêmios e Associações de Pais, etc)

  17. Governo precisa criar formas de visualização para além de fomentar as da sociedade civil

  18. O estabelcimento de parâmetros mínimos de desagregação de dados para gestão democrática e para os demais temas.

  19. Criação de API da educação.

  20. publicar os dados com uma licença definida

  21. Editais de agências de fomento (CNPq, CAPES, FAPESP etc.) para fomentar pesquisas, hackathons, guias, manuais…


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    <p style="margin-bottom: 0in;"><span style="font-size: small;">Comentários propostas para Educação</span></p>

 

Governo Aberto: Dados e Serviços do Governo para a Sociedade e o Cidadão - Patrícia Cornils

  1. Importação do legado das discussões do e-democracia para o Participa.br .

  2. Proposta de 20 anos de conferências nacionais: serão aproveitadas no Participa

  3. Uma única aplicação de TODOS os serviços do governo federal para tablets e smartphones.

  4. Articulação entre a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais e Infraestrutura Nacional de Dados Abertos

  5. Federação de Catálogos - um único portal de transparência brasileira para o cidadão?

  6. Buscar estratégia de abrir dados privados (empresas, mídia...) respeitando as legislações específicas.

  7. Buscar estratégias de inclusão do setor produtivo nas iniciativas de dados abertos.

  8. No portal da OGP, permitir a participação da sociedade na forma de comunidade virtual em torno das iniciativas e projetos.

  9. Gestão de conhecimento OGP: ferramentas de versionamento dos docs.

  10. Olimpíada Nacional de Dados Abertos em Escolas Secundárias, como a Olimpíada da Matemática, com tarefas de filtragem, busca de informação, análise de dados


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    <p style="margin-bottom: 0in;"><span style="font-size: small;">Comentários propostas para Governo Aberto</span></p>
 

Licenciamento de Dados Abertos – Felipe Nievinski

  • Da participação no estudo consultivo jurídico

  • Fomentar a participação no estudo através da realização de uma consulta semelhante, com formulário online disponibilizado por período de, p.ex., 30 dias, solicitando dentre outros, quais são as especificidades do problema conforme a experiência de cada participante além de sugestão de tópicos a serem endereçados e estudados.

  • Introduzir no cronograma da consultoria oportunidades de participação adicionais com os demais interessados antes da sua conclusão, possivelmente através da realização de um eventopresencial voltado para pessoal da área jurídica além da área de informática.

  • Da sensibilização da comunidade jurídica e de gestão pública para o problema de licenciamento dos dados abertos

  • Incluir no Plano de Comunicação da INDA ações de sensibilização da comunidade jurídica – tanto profissional quanto acadêmica – assim como de gestores públicos.

  • Avaliar qual é o melhor meio de comunicação para alcançar esse público-alvo.

  • Da necessidade de normatização

  • A promulgação de ato normativo ou projeto de lei abrangentes que ordenem a reutilização da informação do setor público.


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    <p style="margin-bottom: 0in;"><span style="font-size: small;">Comentários propostas para Licenciamento</span></p>
  

Casos Locais: Abertura nos estados e municípios - Bernardete Lóscio

  1. Promover ações para a disseminação da política de Dados Abertos como forma de resgatar a confiança no governo.

  2. Promover ações junto aos Conselhos municipais e estaduais para incentivar novas demandas de dados abertos.

  3. Intensificar a realização de eventos de disseminação dos conceitos e práticas de dados abertos, bem como a divulgação das experiências bem sucedidas.

  4. Reforçar a ação de Dados Abertos junto à opinião pública (TV, imprensa, autoridades públicas).

  5. Incluir dados de prestação de serviços como base inicial para implantação da política de dados abertos.

  6. Usar o portal de software público para divulgação das soluções já desenvolvidas

  7. Aperfeiçoar a lei de acesso a informação (LAI) para inclusão do conceito de dados abertos governamentais de forma mais explícita (aderente ao padrão W3C).

  8. Criar padrões para protocolos, interfaces e arquitetura de dados a fim de auxiliar a disponibilização de dados abertos por municípios e estados de forma interoperável.

  9. Definir princípios e diretrizes para a aquisição e implantação de ferramentas relacionadas aos dados abertos (ex: código aberto, cidadania)

  10. Fortalecer a divulgação dos padrões que a e-ping recomenda por meio da criação de materiais didáticos e realização de cursos.

  11. Conscientizar os responsáveis pela publicação de dados abertos sobre a importância da disponibilização de dados em formato estruturado associados à sua respectiva descrição (metadados e dicionários de dados), bem como a importância de disponibilizar dados em formato bruto ao invés de dados agregados.


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    <p style="margin-bottom: 0in;"><span style="font-size: small;">Comentários propostas para Casos Locais</span></p>

     

 

Total de Propostas: 48

 

Total desenvolvidas pelo MP em 2014: 9


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Dados Abertos no Ministério da Justiça

Esta trilha visa a discussão da política de dados abertos no âmbito do Ministério da Justiça. Atualmente, o órgão realiza consulta pública quanto a seu Plano Institucional de Dados Abertos e Espaciais, que pode ser consultado acessando-se o Primeiro Passo: