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Amanda Ruffo

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Chorar ou vender lenços?

11 de Janeiro de 2017, 12:38 , por Amanda Ruffo - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Como já dizia Thomas Edison, "O primeiro requisito para o sucesso é desenvolver a habilidade de focar e aplicar sua energia física e mental ao problema que você tem na mão - sem se cansar."
Para superar as fases de crises é preciso mirar nos problemas e pensar nas oportunidades que eles podem gerar. Afinal, em tempos difíceis, você prefere chorar ou vender os lenços?

Que o pais está em crise não é novidade para ninguém, desemprego, empresas fechando, salários reduzidos e impostos aumentando. Mas, esse tipo de problema acaba realmente tirando algumas pessoas de suas “zonas de conforto”, que eu prefiro chamar de “zona de DESconforto”!

O fato é que poucas pessoas viveram uma mudança de mentalidade em algum momento de suas vidas. E geralmente as maiores histórias de sucesso são de pessoas que viviam uma vida simples e acomodada até que em uma situação extrema como, tragédias, acidentes, crises econômicas, mortes ou desemprego acordaram para a realidade. Esse tipo de pessoa consegue entender a relação verdadeira entre trabalho, dinheiro e empreendedorismo.

Em meio essas situações de crise extrema que você vai se deparar com duas únicas alternativas:

Alternativa 1: Desistir, sucumbir, se entregar, perder ou até morrer.

Alternativa 2: Lutar, se reerguer, enfrentar, ganhar e viver uma vida melhor.

 

Vejamos o exemplo de superação de Ivirlhei, que foi demitida da OAS e trocou o canteiro de obra por uma franquia de café:

Se não fosse a Operação Lava Jato, Ivirlhei Sândalo Pereira não teria montado seu quiosque de café mineiro em uma galeria comercial perto da Rodoviária do Tietê, em São Paulo. Ela trabalhou até março de 2015 como gerente administrativa da OAS, uma das empreiteiras investigadas pela Polícia Federal. Depois que executivos da companhia foram presos, e a empresa ficou paralisada, ela pressentiu que a demissão chegaria, mais cedo ou mais tarde. E foi o que aconteceu.

Com alguns meses para se organizar até a saída definitiva, Ivirlhei começou a correr atrás do que seria sua fonte de renda dali em diante. Aos 52 anos, depois de quase duas décadas na empreiteira, ela tinha uma certeza: não admitia a idéia de responder novamente a um chefe. Queria mandar em si mesma. E também não estava disposta a procurar emprego para ganhar menos.

Depois de visitar uma feira do Sebrae, Ivirlhei definiu mais um passo: seria uma franqueada para correr menos riscos na nova empreitada. Pensou em sorveteria, mas acabou se interessando pela franquia recém lançada de cafés Cheirin Bão, de um grupo de franchising de Três Corações (MG). “Peguei o carro, dirigi três horas até lá para me certificar de que o negócio existia mesmo e assinei o contrato no dia seguinte”, conta. Foi nessa viagem a Minas que Ivirlhei diz ter tomado o primeiro café de sua vida. “Nunca gostei por ser amargo, mas achei o negócio charmoso e com muito potencial, porque o produto é de alta qualidade.”

De uma só vez a ex-executiva da OAS comprou três unidades da Cheirin Bão em São Paulo, por R$ 90 mil. A primeira foi inaugurada na semana passada em uma galeria perto da Rodoviária do Tietê. A segunda será aberta no Shopping Pátio Paulista e a terceira, se as negociações avançarem, no Aeroporto de Guarulhos. Enquanto acertava os detalhes do contrato e fazia treinamento para aprender a preparar café, Ivirlhei ficou sabendo de um salão de beleza, perto do shopping, que ia fechar as portas. Vaidosa, frequentadora assídua de salões e com dinheiro, decidiu comprá-lo.

Até agora, ela diz ter investido um quinto do capital e não faz planos de entrar em novos negócios. Quer se concentrar nas franquias e na operação do salão de beleza. “É tudo novo para mim e tenho muito ainda o que aprender”, diz. Filha de lavradores da cidade de Barretos, em São Paulo, formada em contabilidade e funcionária desde os 16 anos, essa é a primeira vez que Ivirlhei se aventura no universo do empreendedorismo. Sobre crise, ela não gosta muito de falar. Acha que o País está vivendo uma evolução necessária e que se trabalhar direito passará sem sofrimento por esse período. “Não existe um tempo certo para empreender. Esse é o meu.”

Fonte – Estadão Online: http://infograficos.estadao.com.br/economia/quando-a-crise-faz-o-empreendedor/capitulo1.html

 

Ivirlhei tinha as duas alternativas na palma de sua mão, e vários motivos para se lamentar, mas escolheu seguir em frente, e passar por cima de qualquer limitação.

O fato é que não precisamos esperar um momento crítico para mudar de mentalidade. Não precisamos perder bens, ou esperar ser demitido para começar a metanóia. É possível começar a mudar agora.

Busque mais histórias de empreendedores de sucesso. É importante conhecer histórias para conhecer bons exemplos que devemos seguir.

Não pule etapas, Uma pessoa sem educação financeira, que vive no meio de dívidas não pode abrir um negócio. O empreendedorismo é o último estágio. Aprender a controlar o dinheiro, a gastar da forma certa e poupar para construir alguma riqueza é imprescindível antes de começar a pensar em ter qualquer tipo de negócio por mais simples que seja. Sem educação financeira, sem mudanças de hábitos, não é possível empreender.

Por isso estude, e busque informação em bons conteúdos.

Veja o vídeo que conta em resumo a história do Homem mais Rico da Babilônia, baseado no livro do mesmo nome, é uma ótima literatura para começar a ler. Comece a ler mais, aprender mais, investir mais tempo no seu desenvolvimento pessoal. Não fique parado e acomodado como muitos dos seus amigos e parentes. Incomode-se com sua situação atual. Transforme este incomodo em ação.


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