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Marcelo Branco

22 de Julho de 2013, 7:37 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Carta à Presidente Dilma Roussef sobre o acordo com o Facebook

23 de Abril de 2015, 0:00, por Marcelo Branco

São Paulo, 23 de Abril de 2015


À Exma.

Presidente da República Federativa do Brasil

Sra. Dilma Roussef


Att.: Carta à Presidente Dilma Roussef sobre o acordo com o Facebook

(en castellano aqui)


Exma. Sra. Presidente,


As organizações e indivíduos abaixo assinados vêm por meio desta manifestar sua contribuição ao debate com relação ao recente anúncio realizado por Vossa Excelência durante a 7º Cúpula das Américas sobre o estabelecimento de uma parceria com o Facebook para a implementação do projeto "Internet.org" no Brasil.



Acordo do governo @DilmaBR com o Facebook mobiliza ativistas contrários em todo mundo

20 de Abril de 2015, 0:00, por Marcelo Branco

O plano do Facebook, Internet.org, em parceria com as operadoras de telecomunicações globais é oferecer aos pobres dos países em desenvolvimento uma Internet sem o acesso universal. Uma Internet onde a corporação e o governo nacional escolhem por onde os pobres poderão navegar. Em outras palavras, é a quebra da neutralidade da rede. Alguns governos seduzidos pela proposta, chamam isso de inclusão digital.

Além disso, não podemos esquecer as denúncias de Edward Snowden e Julian Assange, em que a plataforma do Facebook é uma das principais portas de entrada para a espionagem em massa da #NSA.

O recente anúncio, durante 7ª Cúpula das Américas, de um acordo do governo brasileiro com o Facebook, deixou ativistas do mundo todo com os cabelos em pé e mobilizados priorizando a batalha que está aberta aqui no Brasil. Numa entrevista a blogueiros no Palácio do Planalto, Dilma Rousseff disse que não assinou nada e que vai discutir o tema em junho, quando Zuckeberg visita o país. O blogueiro Renato Rovai perguntou se ela chamaria o movimento social da internet livre pra discutir o projeto. Ela garantiu que sim. E disse que só assinará qualquer acordo depois de muito debate.

Ativistas e organizações sociais brasileiras escreveram um carta a Dilma, esclarecendo a posição contrária a um possível acordo com o Facebook nos termos da Internet.org e solicitando participação efetiva na discussão. Graças ao ‪#‎marcocivil‬ da Internet, no Brasil acordo nos moldes da Internet.org não podem acontecer pois fere um dos princípios basilares da carta magna da Internet que é a neutralidade da rede.

 

Referências:

Carta Capital: Por que criticar, desde já, uma parceria entre o Governo Federal e o Facebook?

Sérgio Amadeu: Acordo Dilma-Zuckerberg concentra o tráfego da rede e pode violar Marco Civil

 

El Diário: Ativistas da América Latina e Índia se levantam contra acordo Internet.org

¿Tú también, Brasil? - EFF
La Iniciativa de Facebook y sus Aliados Nos Dejan SinInternet.org

 

An open letter to Mark Zuckerberg on Net neutrality

Internet.org, Dilma e Facebook: não é sobre exclusão digital e sim presença de mercado

Da neutralidade da rede ao feudalismo na rede

Neutralidade de rede: um forte motivo para Dilma não curtir o Internet.org

 



Teaser oficial da #ArenaNETmundial. Gostou? Então compartilhe!

6 de Abril de 2014, 16:01, por Marcelo Branco

Teaser oficial da #ArenaNETmundial
Gostou? Então compartilhe!

 



Pra ficar informad@, confirme tua participação no "evento" do Face. 
https://www.facebook.com/events/1409067379357178/?fref=ts



Primeira Pessoa na @tve_publica_rs: Ivete Brandalise entrevista @MarceloBranco

5 de Abril de 2014, 5:53, por Marcelo Branco

Entrevista para o programa "Primeira Pessoa" de Ivete Brandalise que foi ao ar em fevereiro na TVE-RS. Falo um pouco da minha carreira profissional e do meu ativismo político.
Confere! 

 

 

 

Confira as outras 3 partes do programa aqui



1º de abril: 50 anos do golpe militar. Uma homenagem ao meu pai

2 de Abril de 2014, 6:47, por Marcelo Branco

Neste dia de descomemoração de 50 anos de golpe militar, gostaria de homenagear postumamente o meu pai, Alcides João Branco. O pai, um militar de carreira, participou ativamente da resistência a tentativa de golpe militar de 1961 (ano em que nasci) e que entrou na história como a "campanha da legalidade". 

Perseguido dentro dos quartéis de 1961 até o golpe de 1964. Em abril de 1964, numa emboscada em que dirigia um caminhão do exército para serviços de rotina, foi detido na rua Caldas Júnior, em Porto Alegre, por militares golpistas. Nossa casa, numa operação militar espetacular, foi invadida pelos gorilas golpistas. Minha mãe e minhas irmãs mais velhas fizeram a defesa da casa, mas não conseguiram impedir que os milicos levassem vários livros e trabalhos escolares como prova do “comunismo” do meu pai.



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