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Meio Ambiente

15 de Julho de 2013, 16:42 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Este é o espaço para trabalharmos questões concernentes ao Meio Ambiente no Brasil e termos a melhor forma de contato com a Presidência da República para a representação de acordo com as situações cabíveis.

VERGONHOSO!

3 de Maio de 2015, 0:00, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro - 1Um comentário

Obra parada de refinaria da Petrobras gera prejuízos financeiro e ambiental

  • Divulgação/Fonte UOL

    Parte da área que foi aterrada para construção de uma refinaria da Petrobras no Maranhão

    Parte da área que foi aterrada para construção de uma refinaria da Petrobras no Maranhão

A desistência da Petrobras de construir a maior refinaria do país trouxe não só prejuízo social e financeiro, como deixou um extenso dano ambiental e preocupação aos municípios de Bacabeira (61 km de São Luís) e Rosário (69 km de São Luís), no Maranhão.

Uma área área equivalente a 250 campos de futebol foi recebida pela empresa e preparada para receber a refinaria Premium 1. Mas após tirar moradores, destruir a vegetação e a área virar um "deserto", o local ela será devolvido ao governo do Estado.

Segundo números oficiais, desde 2008 a Petrobras investiu R$ 1,82 bilhão (cerca de R$ 2,3 bilhões valores atualizados). No período, apenas a preparação do terreno foi feita. Foi justamente a terraplanagem que tornaram a área hoje imprestável para a agricultura.

"Para estabilizar o solo, eles colocaram muito calcário na terra, e ele corre para os riachos. Tiraram também e vegetação nativa, hoje só tem capim numa área imensa. Todos os animais que estavam nessa área fugiram ou morreram. Os igarapés estão aterrados, os peixes morreram", disse o presidente do Comitê de Meio Ambiente de Rosário, Joaquim Francisco de Sousa.

Para construir a refinaria, a Petrobras precisou retirar famílias que viviam na região, e a terraplanagem destruiu grande parte da vegetação. O aterramento também causou danos aos riachos da região. É em Rosário que os danos ambientais mais graves podem ser vistos.

No município, cerca de 100 famílias foram retiradas para as obras. Quem era agricultor na região foi morar em duas agrovilas, que --segundo os moradores-- não possuem estrutura adequada.

"Tiraram três povoados instalados em uma área boa, cheia de igarapés, córregos. Agora, a região sofre não somente com a erosão, como a área virou um deserto. A tendencia é virar área de desertificação e ficar só com um capim rasteiro", disse Sousa.



TODO TELHADO É UM GERADOR DE ENERGIA EM POTENCIAL

19 de Janeiro de 2015, 22:00, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro - 0sem comentários ainda

TODO TELHADO É UM GERADOR DE ENERGIA EM POTENCIAL

E demora menos tempo para aplicar que hidroelétricas.



Plante Árvores!

13 de Janeiro de 2015, 22:00, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro - 0sem comentários ainda

Para substituir as árvores que estão caindo e o 'encolhimento da Amazônia', por que vocês não pensam em um Programa de Reflorestamento de Áreas Reservadas à Conservação Ambiental?

Há alguns meses estavam falando dos fatores que levam à falta de chuvas, uma das causas é a menor quantidade de área diminuída da Grande Floresta. Se plantássemos muitas árvores, mais de dezenas de milhões de árvores, quem sabe fossem útil para amenizar os impactos ecológicos.

Pensem não apenas em 'garantir o crescimento econômico', continuem refletindo sobre 'crescimento econômico, de empregos e serviços' na área de reflorestamento e recuperação de áreas para a Preservaão Ambiental.



Tenha misericórdia pare com essas Hidrelétricas

1 de Janeiro de 2015, 22:00, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro - 0sem comentários ainda

Muito mais grave que Belo Monte

 

Comments
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<p>Hidrelétrica projetada para Rio Tapajós, no Pará, pode ser a quarta maior do país – e abrir clareira do tamanho de São Paulo numa das áreas de maior biodiversidade do planeta</p> <p><strong> Por Antonio Martins</strong></p> <p> São Luiz do Tapajós: os movimentos que lutam por uma uma nova política energética e pelas causas ambientais no Brasil precisam ficar atentos a este nome. É como está sendo chamada a possível usina hidrelétrica a ser instalada no Pará, em meio a um santuário amazônico, até agora intocado. Projetada para produzir 6 mil megawats (um quarto de Itaipu), a usina é peça importante do projeto estratégico da Eletrobrás – que quer explorar intensamente, nas próximas décadas, o potencial energético da Região Norte.</p>

 Não vale a pena trocar isso por um quarto de itaipu.



Melhores Formas de Representar

31 de Dezembro de 2014, 22:00, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro - 0sem comentários ainda

Olá,

Boas ideias sobre como gerirmos e lidarmos com as Cidades é proporcionando às pessoas poderem se expressar sobre o que poderia melhor, mudar e ser corrigido nas cidades através da Plataforma Federal de Participação Social. Acredito que o e-mail deveria ser menos importante que o Participa.BR, porque mais pessoas podem ter contato com os conteúdos propostos e até mesmo os cidadãos podem debater conteúdos em conjunto com o Governo Federal.

As pessoas poderão ser melhor representadas e poderá facilitar o trabalho de vocês com a adesão à Plataforma. Além disso, os conselhos de cada cidade poderiam ser afetadas com boas ideias disponibilizadas por ali.

Att.



Categorias

Cidadania ambiental, Gestão de meio ambiente, Meio ambiente

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